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Por Que As Empresas Vão A Falência?

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Fundador

Há uma grande satisfação emocional e obrigação moral nessa função. Álvaro, quando mais jovem viu seu pai falir duas empresas que foram bem sucedidas e tristemente o viu também sucumbir com a queda dos seus negócios. A impotência na época diante da situação o motivou a buscar aprender e investir em ser capaz de auxiliar os empresários que passam por momentos difíceis, momentos que podem atingir um estágio crítico.

Por isso, nosso CEO, Álvaro Marcos, acumulou conhecimento e experiências ao longo de 10 anos para tornar-se um especialista em gestão de empresas em crise.

Alvaro Marcos - Fundador da Fórmula de Gestão
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Por que as empresas vão a falência?

Cabe à organização ter conhecimento do ambiente econômico, político, social e legal do mercado no qual está inserida. Ter ciência da relevância de sua atividade e manter controles gerenciais através da gestão de custos, controles financeiros e rentabilidade do negócio. Estudos mostram que os fatores de maior destaque para o encerramento das atividades empresariais são:

  1. Falta de capital de giro;
  2. Falhas gerenciais;
  3. Concorrência muito forte;
  4. Carga tributária;
  5. Inadimplência.

Como evitar erros na recuperação de uma empresa?

Presos aos modelos que lhes trouxeram sucesso no passado, os líderes de mercado, ao tentar sair de um buraco, cavam ainda mais fundo. Na crise, tomar algumas medidas desesperadas como aumentar o preço dos produtos ou serviço para faturar mais costumam ser tiros de bazuca no pé.  Só fazem perder clientes.

Ou mesmo vender bens e equipamentos da empresa pra saldar dívidas, a ponto de prejudicar a capacidade produtiva. Pedir empréstimo ao banco sem planejamento, nem tampouco plano de utilização de Capital de Giro...  O dinheiro acaba e pode te deixar com um passivo maior ainda.

A falta de conhecimento administrativo e a negligência na fase do planejamento prévio são duas das principais razões porque as empresas quebram. Os erros no controle do fluxo de caixa e a má avaliação do cenário econômico também podem levar o gestor a erros graves em suas tomadas de decisão.

A realidade que precisa ser compreendida é que não há como fugir de um controle financeiro bem organizado. Soluções improvisadas fatalmente vão resultar em grandes problemas. Em qualquer negócio é importante ter clareza dos custos fixos como aluguel, condomínio, internet, folha de pagamento e dos custos variáveis como consumo de energia elétrica, telefonia, matérias primas, etc. É mesmo fundamental!

Identificar com exatidão os gastos vai possibilitar uma visão realista do negócio, visando ajustar a precificação e a margem de lucro.  Não basta seguir às cegas o que é praticado pelo mercado, acreditando que se o concorrente tem lucro você também terá.

Cada empresa tem estrutura de custos diferenciada, que depende de aspectos como localização, sinergia com outras atividades e negociações diversas. Gestores que costumam achar que sabem de tudo e tomam suas decisões sozinhos também podem ser uma explicação para o porquê as empresas vão à falência.

Particularmente, acredito que a recuperação de uma empresa é a mistura de um jogo de xadrez com uma partida de futebol.  O técnico tem que saber qual é a melhor estratégia, tanto de ataque como de defesa, e saber se observar para se corrigir. É algo que tem que fazer parte do mindset dos líderes: em uma recuperação empresarial,  quanto mais rápido o empresário for capaz começar a reagir, melhores serão as suas chances de evitar a falência da empresa e de ter um novo recomeço.

Pensar que Assessoria de Consultor Financeiro Externo é jogar dinheiro fora, é um pensamento raso.  Quanto mais rápida e assertiva for a reestruturação e o planejamento da empresa, maiores são as chances de êxito na operação.  É fato registrado por uma longa experiência que soma vários planos de prevenção e também soluções de crise em anos de trabalho com empresas de vários segmentos de mercado.

Quais Sinais Indicam Que a Empresa Não Vai Bem?

  1. Elevado nível de endividamento

    Empresas com maior nível de endividamento, em especial os de curto prazo e onerosos, são mais suscetíveis a entrarem em falência.

  2. Dificuldade de gerar caixa com as atividades operacionais

    Uma empresa só sobrevive a longo prazo se consegue gerar caixa com as atividades operacionais. Acompanhar os últimos fluxos é fundamental.

  3. Dificuldade de gerar lucro operacional e líquido

    Empresa só é saudável se estiver gerando resultado contábil. Esta informação é complementar a anterior.

  4. Manutenção ou perda da parcela do mercado

    Empresas que perdem mercado provavelmente terão dificuldades futuras de conseguir ganho de escala, o que influencia na sua estrutura de custos e na rentabilidade futura.

  5. Utilizar de medidas alternativas na mensuração de resultados

    Na falta de bons resultados, as empresas costumam criar mensurações que deveriam ser mais representativas. Entretanto, na maioria dos casos, medidas alternativas são para desviar a atenção do lucro e do caixa.

Estes sinais variam de acordo com o tamanho do negócio e segmento, porém, se as contas não estão batendo com os fluxos que você pensa serem os corretos, é imprescindível fazer uma ótima revisão de seus lançamentos financeiros ou uma auditoria na companhia antes que seja tarde demais.

As possibilidades de sair dessa situação de crise podem ser inúmeras, basta aliar criatividade a conhecimento de gestão, então, é hora de organizar-se para prevenir e garantir a permanência do seu negócio no mercado.

Sua Empresa Está Com Problemas?

Então veja como podemos contribuir para a melhoria dos seus resultados! Micro, pequenas e grandes empresas podem passar por momentos bastante difíceis. Apesar de aparentar sucesso, entrar em uma atmosfera de crise pode sufocar aos poucos e agravar a situação a níveis sem precedentes. Veja alguns exemplos:

Mappin

A primeira loja da rede de departamentos foi aberta em 1913, em São Paulo, e logo se tornou uma das maiores referências no país. Em 1996, a rede sofreu um grave prejuízo, considerado um dos maiores da história, então foi comprada por Ricardo Mansur. A marca, juntamente com a Mesbla, loja que pertencia ao mesmo grupo, faliu em 1999. Em 2010, a marca foi vendida para a Marabraz por R$ 5 milhões. Há planos de reativar a marca, mas ainda a ideia não saiu do papel.

Hermes

Importante empresa do setor de vendas por catálogos, a Hermes devia cerca de 600 milhões de reais em novembro, quando a companhia fez seu pedido de recuperação judicial. A solicitação foi deferida pela justiça 10 dias depois. Com 1.800 funcionários, a empresa trabalha hoje com aproximadamente 500.000 revendedores.

Laselva

A rede de livrarias devia cerca de 120 milhões de reais em maio – quando pediu sua recuperação judicial. Fundada em 1947, a companhia conta com 57 lojas espalhadas pelos aeroportos do país e vinha diversificando seu negócio desde 2008.

Via Uno

Varejista do setor de calçados, a Via Uno pediu por uma Recuperação Judicial em setembro de 2016. Com 20 anos de atividade, a companhia gaúcha teve a solicitação aceita pela 6ª Câmara Civil do Rio Grande do Sul naquele mesmo mês.

Blockbuster

Com 2.000 empregados e 260 lojas, a Blockbuster inglesa teve sua falência decretada em janeiro. Apenas no ano passado, a companhia registrou prejuízo de 11,2 milhões de libras e faturamento 15,3% menor do que em 2011. Em março DE 2016, o fundo Gordon Brothers comprou as operações da empresa no país.

Refinaria Manguinhos

Foi em janeiro de 2016 que a Refinaria Manguinhos pediu à Justiça Fluminense sua Recuperação Judicial. Com mais de 60 anos, a companhia com sede na zona norte do Rio optou pela medida em função da desapropriação do imóvel onde está localizada pelo governo estadual – entre outros motivos.

Todos os dados foram retirados da Revista EXAME.

Não importa o nível de sucesso, uma má Gestão de Empresas ou má Gestão de Crise derrubam até os mais fortes.

Advogado Falencista Diz As Razões Que Levam as Empresas à Falência

A falência de uma empresa é um momento que gera tristeza e revolta. E essa situação é ainda mais revoltante quando ela acontece em decorrência de razões que poderiam ser evitadas com uma gestão mais eficiente.Por isso, sempre é importante contar com uma assessoria empresarial que oriente sobre como uma empresa pode evitar essa situação. Nesse post vamos lhe mostrar as principais razões que podem ocasionar a falência de uma empresa e veja formas de evitá-las:

Fazer Investimentos Errados

Muitas empresas acabam fechando as portas por falta de gestão das finanças. A autoconfiança e a vontade de expandir a todo custo faz com que empresários optem por investimentos errados. É comum que empresas que iniciam bem tentem expandir ou fazer grandes investimentos para crescer. No entanto, muitas vezes essas empresas nem alcançaram o equilíbrio e o retorno do investimento inicial. Ou seja, a precipitação leva ao erro e consequentemente a falência. Por isso, é extremamente importante estabelecer metas e planejar cada passo da empresa.

Mesmo que o negócio esteja indo bem, antes de qualquer investimento, sempre faça uma nova análise de mercado para saber quais os próximos passos e as projeções para o futuro. Planejamento sempre!

Não Saber o Potencial de Crescimento

Iniciar a operação de uma empresa sem fazer uma análise profunda do mercado já é um passo extremamente errado. Confiar no achismo e na fé que o negócio vai dar certo é uma das principais razões que levam as empresas a falência.
O ideal é contar com uma consultoria financeira empresarial que vai fazer toda a análise do mercado, da concorrência, de investimentos e ainda trazer uma perspectiva do potencial de crescimento da sua empresa.
Se sua empresa quer enxergar novos horizontes e fugir do pesadelo da falência, confira nossos serviços de consultoria em gestão empresarial e tenha o suporte para sua empresa crescer cada vez mais.

Ignorar os Clientes

É comum ver empresas com exposição negativa nas redes sociais por ignorarem seus clientes. Uma reclamação, um pedido não atendido, um produto com defeito, tudo vira motivo de reclamação. Mas o cliente tem toda razão de reclamar. Afinal, ele está pagando para receber um produto ou serviço de qualidade!

Muitas empresas preferem ignorar esse apelo e nada fazem para dar suporte a essas pessoas. E esse é um grande caminho para a falência! Ninguém vai fazer negócio com empresa mal conceituada e com péssima referência.

Desse modo, é praticamente regra ter um canal para interagir com seu cliente, estar à disposição para solucionar problemas e verificar a procedência da reclamação no intuito de solucionar possíveis erros.

Ignorar o Marketing Digital

Empresas mais antigas com características tradicionais ainda apostam no modelo antigo de fazer marketing. No entanto, não se adequar as novidades desse setor é uma péssima ideia. As ferramentas de marketing digital ampliam a visibilidade de sua empresa e aproxima das pessoas. Não adianta colocar um carro de som potente nas ruas se você pode ter sua marca visível na tela de um celular.

Por isso, é importante que sua empresa evolua e use a tecnologia a seu favor. Perceber uma tendência apenas quando a concorrência já prática pode ser tarde demais. Desse modo, crie canais de comunicação e interaja com as pessoas no intuito de estabelecer sua marca também na internet.

Não Investir em Inovação e Criatividade

Quem não investe em inovação e criatividade tem uma grande chance de falir. Isso se explica devido às exigências cada vez maiores das pessoas. Não basta mais oferecer o produto, é necessário oferecer uma experiência marcante nas pessoas.

Aqui podemos citar o exemplo dos bancos que usaram a tecnologia a seu favor e desenvolveram seus aplicativos para celular. Quem usa uma vez nunca mais deixa de usar pela praticidade e pela experiência positiva dessa funcionalidade! Por isso, busque ser reconhecido pelos seus clientes por ser uma empresa criativa e inovadora, que oferece atrativos diferenciados aos seus clientes.

Não Saber Liderar

Liderar e motivar sua equipe muitas vezes é uma tarefa árdua. Nem todo mundo tem esse perfil e acaba prejudicando a empresa. Esta pode ser uma das razões para falência da empresa.
“Um líder motiva seus funcionários sempre e caminha junto com eles em busca de um objetivo comum que é o crescimento da empresa.”
Uma equipe motivada e bem liderada pode ser a chave do sucesso de uma empresa! Siga essas dicas e não deixe que nada prejudique sua empresa. Se preferir, entre em nosso site e conte com nossos serviços especializados em consultoria empresarial para que sua empresa cresça cada vez mais.

Quais os cinco estágios que antecedem a falência de uma empresa?

  1. O excesso de confiança proveniente do sucesso;
  2. Busca indisciplinada por mais;
  3. A negação de riscos e perigos;
  4. A luta desesperada pela salvação;
  5. Entrega à irrelevância ou à morte.

É quase absoluto que não há situação irremediável. Sempre é possível encontrar soluções inteligentes e simples para impulsionar os negócios e anuviar toda crise.

Para isso, destacamos, é imprescindível estar ciente da situação real dos seus empreendimentos, usando sempre de uma análise clínica e sobrea, a fim de não iludir-se com excesso de confiança ou miragens das progressões de mercado.

Com a intenção de prestar auxílio nesse trabalho, baseando-nos em nossos conhecimentos e experiência em business e no livro COMO AS GIGANTES CAEM, do MBA da Universidade de Stanford, Jim Collins, pontuamos 5 estágios recorrentes em empreendimentos em estado de crise.

Esses 5 estágios citados por ele neste livro, condizem exatamente com o sentimento que eu temos quando precisamos analisar o perfil comportamental dos nossos clientes. Precisamos entender isso para ter a habilidade e principalmente a sensibilidade de saber  tratar com eles.

Esse material lhe ajudará a reconhecer seus problemas e poder buscar ajuda profissional com ações pontuais que farão total diferença para sua empresa.

Estágio 1:

Este é o estágio do excesso de confiança proveniente do sucesso, durante o qual as empresas excelentes costumam ver-se protegidas por este sucesso. Aquele ímpeto acumulado, aquela onda de intenso sucesso pode levar um empreendimento mais adiante por algum tempo, mesmo que os líderes tomem decisões ruins ou se tornem pessoas indisciplinadas.

O  estágio 1 começa quando as pessoas tornam-se arrogantes, sentindo que tem direito ao sucesso e perdem de vista os fatores básicos que verdadeiramente fizeram a empresa bem sucedida.

Quando a retórica do sucesso, quando esse discurso substitui o profundo conhecimento e a capacidade de ter “insights”, então afirmam: —Temos sucesso, porque sabemos o porquê de fazermos essas coisas específicas e em quais condições elas deixam de funcionar.  Então o declínio provavelmente está à caminho quando assume-se tal prepotência.

A sorte e o acaso desempenham papel relevante em muitos resultados de sucesso, e os que deixam de reconhecer o papel que eles podem ter exercido em seu sucesso, superestimam o próprio mérito e capacidade e podem vir a sucumbir pelo excesso de confiança.

Estágio 2:

É o estágio da busca indisciplinada por mais. O excesso de confiança do estágio 1, expresso pelo pensamento “Somos demais, podemos fazer qualquer coisa”, leva a empresa diretamente ao estágio 2. Nele há uma busca indisciplinada por mais: mais escala, mais crescimento, mais aplausos, mais qualquer coisa que as pessoas no poder consideram constituir o “sucesso“.

Nesse segundo estágio, as empresas se desviam da criatividade disciplinada que as levaram à excelência, promovendo incursões indisciplinadas em áreas nas quais não podem ser excelentes, ou crescendo mais rapidamente do que é possível fazer com excelência, e vezes ambas as coisas.

Tais decisões arriscadas podem ser muito mais danosas do que se espera e conduzem a uma progressão alarmante de problemas.

Estágio 3:

Aqui surge a negação de riscos e perigos. Conforme as empresas vão passando por situações críticas, sinais de alerta internos começam a se acumular, mas os resultados externos permanecem fortes o suficiente para que “dados perturbadores” sejam ignorados. Ou para sugerir que as dificuldades são “temporárias”, “cíclicas” ou “não tão ruins”; que não há nada fundamentalmente errado com a empresa.

No estágio 3, os líderes negligenciam os dados negativos, enfatizando os dados positivos e imprimindo um viés positivo aos dados ambíguos. As pessoas no poder começam a culpar os fatores externos pelas dificuldades, em vez de assumirem a responsabilidade por elas. Aquele vigoroso diálogo baseado em fatos, que caracteriza as equipes de alto desempenho, diminui ou desaparece por completo.

Agora, quando as pessoas no poder começam a colocar o empreendimento em perigo, assumindo riscos descomunais e agindo de forma a negligenciar as consequências desses riscos, a gravidade aumenta, e estão caminhando a passos largos para o estágio 4.

Estágio 4:

Este é o estágio da luta desesperada pela salvação. O acúmulo das consequências negativas dos perigos e dos riscos assumidos no estágio 3 começam a pesar, lançando o empreendimento em um abrupto declínio visível à todos.

A questão crítica é: Como a liderança reage a isso?
Eles tentam recorrer a uma rápida salvação ou retomam a disciplina que produziu o sucesso da empresa no passado? Bom, as pessoas que tentam a “salvação rápida” caem no estágio 4.

“Salvadores” comuns incluem: um líder visionário carismático; uma estratégia ousada, mas não comprovada; uma transformação radical; uma drástica revolução cultural; um novo produto que se espera ser campeão de vendas; uma aquisição para “mudar o jogo”... Ou quaisquer outras soluções consideradas “geniais”.

Os resultados iniciais de ações dramáticas podem parecer positivos, mas não duram muito e uma situação mais crítica e desanimadora pode surgir.

Estágio 5:

O estágio 5 é o da entrega à irrelevância ou à morte. Quanto mais tempo uma empresa permanece no estágio 4, tentando repetidamente encontrar soluções geniais, mais chances têm de cair.

Nesse período as derrotas acumuladas e os tropeços dispendiosos desgastam a força financeira e a moral das pessoas até o ponto em que os líderes perdem toda a esperança de construir um bom futuro. Em alguns casos, os líderes limitam-se a vender ações; em outros, a instituição atrofia-se até  tornar-se insignificante. E nos casos mais extremos o empreendimento morre.

Por fim, reiteramos que esse material serve para que, ao estar ciente da dificuldade que enfrenta, possa buscar ajuda. Não há fracasso nisso, há a fibra de permanecer na luta e ter a hombridade de aceitar a ajuda necessária. Isso começa dentro da sua empresa: reúna seus Heads e pessoas de confiança, situe os problemas e então veja com quem contar, receba o apoio dos que estão com você.

Suas chances de vencer aumentarão significativamente. Sucesso!

Agora, para que serve saber em qual estágio de declínio se encontra a sua empresa?Serve para você identificar o grau de urgência que você deve buscar ajuda! É a hora de eliminar o seu ego!

Inclusive pode ser por conta dele que talvez você não esteja buscando por uma ajuda profissional. Uma excelente maneira de trabalhar essa questão, pode até parecer “bobo” o que vou recomendar, mas é lavando louça, de preferência da casa dos outros. É uma excelente maneira de exercitar a humildade.

Só se você for capaz de deixar o seu ego de lado que você será capaz de ajudar a sua empresa. Pense nisso com carinho.

Confira também o vídeo do canal falando sobre esse mesmo assunto

Principais Motivos Que Levam A Falência De Drogarias

Um dos mercados mais rentáveis é o de drogarias. A título de informação, de acordo com uma pesquisa feita pela Abrafarma (Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias), o faturamento bruto das farmácias no ano de 2017 foi de R$ 44,4 bilhões. Número que representa um crescimento de 9%, com relação ao ano anterior. No ano passado (2019), não foi diferente. Obteve um faturamento de R$ 110,08 bilhões.

Diante desse cenário, é mais que comum que um empresário deseje investir nesse segmento. No entanto, ele precisa saber também que o número de empresas, incluindo as farmácias, que realizaram pedidos de falência, cresceu.

Uma pesquisa feita pela Boa Vista apontou um crescimento de 60% em setembro do ano anterior, em comparação com a mesma época de 2018.

Ciente dessa realidade, buscamos criar este conteúdo para apresentar os principais motivos que levam a falência de drogarias. Confira:

Não conhecer bem seu público de interesse

Está entre os principais motivos que levam a falência de drogarias o não conhecimento adequado ou bem do seu público de interesse ou alvo. Ainda que o produto de uma farmácia possa ser destinado a qualquer pessoa, quando se conhece bem o público de uma farmácia, pode-se criar ações mais assertivas voltadas para ele.

Além disso, existem outros fatores. Um deles é o fato de que numa farmácia popular, é indispensável criar preços que reflitam o poder econômico do seu público de interesse. Do contrário, os seus potenciais clientes procurarão uma farmácia com produtos mais em conta.

Não oferecer um diferencial em relação ao seu comércio

Esse motivo tem relação com a forma como uma farmácia é gerida ou administrada. Hoje, com o mercado altamente competitivo, torna-se indispensável para qualquer que seja o negócio criar diferenciais que o tornem mais destacado na economia.

Para que tenha conhecimento, por ano, mais de 2 milhões de empresas são criadas, incluindo farmácias ou drogarias, o que torna o mercado mais competitivo, voraz.

Pensar diferente é mais do que apenas uma opção, é uma obrigação para a farmácia que não deseja falir.

Não conhecer a fundo seu mercado de atuação

Quando se deseja abrir um negócio, a primeira coisa a ser feita é estudar o mercado no qual a empresa atuará.

Por exemplo, é essencial mapear a concorrência, verificar o faturamento do mercado, estudar o potencial de obtenção de clientes numa dada região, definir a melhor localização para implantar a empresa, que pode ser uma farmácia, entre outras coisas.

Não fazer isso pode, sem dúvida alguma, comprometer o adequado funcionamento de sua farmácia, bem como seu faturamento, forçando talvez um pedido de falência.

Conhecer bem o mercado de atuação de sua farmácia é uma condição indispensável, assim, para que cresça de maneira sustentável.

Não desenvolver um planejamento estratégico eficaz

Planejamento é uma ferramenta eficaz para a farmácia que deseja saber onde se encontra e onde deseja chegar daqui a um, dois ou três anos, por exemplo. É uma ferramenta que a permite não apenas tomar conhecimento disso, mas também definir as melhores ações e/ou estratégias para alcançar seus principais objetivos.

Cabe dizer, ainda, que o planejamento é uma ferramenta estratégica de crescimento, que orienta a empresa em relação ao que ela deve fazer para alcançar seus objetivos de curto, médio ou longo prazo. O alcance de tais objetivos de maneira racional e com eficiência, dentro da realidade da organização.

Apesar de importante, muitas farmácias não desenvolvem um planejamento estratégico eficaz, o que, na prática, compromete o seu funcionamento adequado e, consequentemente, prejudica suas vendas e faturamento, levando-as a contraírem dívidas para honrar seus compromissos financeiros.

O problema é que as dívidas vão juntando e a farmácia não muda sua forma de se comportar, o que faz com que ela, muitas vezes, realize um pedido de falência.

Não dispor de tecnologias de otimização operacional

O século XXI é considerado um período de grandes avanços tecnológicos. Ao longo deste momento importante da história, diversas tecnologias foram criadas para otimizar processo e/ou operações, como é o caso do atendimento ao cliente.

Nesse sentido, por exemplo, hoje, existe o chamado chatbot, que se apoia na inteligência artificial para simular um atendimento humano.

O diferencial, no entanto, do chatbot é que se trata de uma tecnologia que fica à disposição da empresa e cliente nas 24 horas do dia, nos 7 dias da semana, seja feriado ou domingo.

Então, por que estamos dizendo isso? A farmácia que não adota tecnologias de otimização operacional tende a ficar para trás, colocando assim em risco a preservação dos seus negócios.

Nos dias atuais, o uso de tecnologia de otimização operacional se tornou mais que uma opção, e sim uma exigência para a empresa que deseja se tornar mais competitiva no mercado.

As tecnologias de gestão corporativa não só tornam a empresa mais competitiva no mercado, como também oferecem uma melhora experiência para o cliente, deixando-o feliz e satisfeito.

Não contar com suporte ou orientação jurídica

Por fim, podemos dizer que não contar com um bom suporte jurídico para orientar a sua farmácia nas questões que solicitam esse serviço é um erro que não deve cometer, pois pode colocar em risco o funcionamento adequado do seu negócio, fazendo com que ele, numa instância mais elevada, entre em falência.

Um bom suporte jurídico não apenas participa das principais decisões de sua farmácia, como também realiza um estudo minucioso a respeito de sua carga tributária, com o objetivo de verificar se está pagando os tributos corretamente. Isso evita pagamento a mais, bem como penalidades ou multas em decorrência do não pagamento adequado, o que pode comprometer seu financeiro.

Pode ainda entrar com uma ação administrativa de recuperação de crédito nos órgãos competentes, caso identifique que os tributos foram pagos indevidamente ou a mais.

É importante destacar que, muitas vezes, esses problemas não agem isoladamente, mas de maneira conjunta, acelerando assim o processo de falência de uma farmácia. No entanto, para resolvê-los é fundamental pensá-los isoladamente. Assim, alcança-se uma solução de maneira mais rápida.

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