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Fundador

Há uma grande satisfação emocional e obrigação moral nessa função. Álvaro, quando mais jovem viu seu pai falir duas empresas que foram bem sucedidas e tristemente o viu também sucumbir com a queda dos seus negócios. A impotência na época diante da situação o motivou a buscar aprender e investir em ser capaz de auxiliar os empresários que passam por momentos difíceis, momentos que podem atingir um estágio crítico.

Por isso, nosso CEO, Álvaro Marcos, acumulou conhecimento e experiências ao longo de 10 anos para tornar-se um especialista em gestão de empresas em crise.

Alvaro Marcos - Fundador da Fórmula de Gestão
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Primeiramente, é de extrema importância que o gestor saiba o que é o capital de giro. O capital de giro é o instrumento responsável por tirar a ideia do papel e transformá-la em realidade rentável para o idealizador. Para isso, é fundamental que o administrador tenha consciência de que o capital de giro é basicamente o dinheiro que permite a sobrevida do empreendimento.

Dependendo do estilo do negócio, é comum que a empresa inicie seus processos com dívidas. Isso acontece quando o empreendimento necessita de maquinário, produtos ou insumos para dar o primeiro passo na produção e venda.

Além disso, é necessário ao administrador saber que o capital de giro será parte essencial da empresa durante toda a sua existência. Ou seja, ter boas noções de mercado e economia é parte essencial do perfil de qualquer empresário.

Capital de giro: o que é, o que faz e como conseguir?

Capital de giro é o valor que compõe a empresa e possibilita a realização do trabalho. Com esse valor, a empresa é capaz de produzir, vender, lucrar e manter a integridade do negócio em constante evolução.

O capital de giro pode ser representado das seguintes formas:

• Dinheiro;

• Saldo em conta;

• Dinheiro a receber;

• Investimentos;

• Mercadorias, etc.

O capital de giro é parte integral da administração e planejamento financeiro do negócio, podendo sofrer alterações para beneficiar o crescimento da empresa. Sendo assim, o capital de giro é o maior bem vital da empresa, pois é o que a permite sobreviver no mercado.

É importante ressaltar que muitas empresas não ultrapassam o período de um ano de existência por conta da má administração financeira. Ou seja, o dinheiro disponível em caixa advindo das vendas e bens não é direcionado corretamente ou é gasto de forma irresponsável, causando o fechamento do negócio por falta de capital.

Quando não existe recurso financeiro disponível (capital em conta ou dinheiro), a empresa deve considerar outras fontes para sanar suas dívidas, pedindo empréstimos, por exemplo.

Uma regra fixa sobre o capital de giro é que o intervalo entre compra e pagamento deve ser firmemente considerado. Pois, quanto maior esse intervalo, maior deve ser o capital de giro. Por exemplo:

• Indústria: no caso de uma fábrica de colchões, a empresa necessita de vários materiais para chegar até o produto final ofertado. Normalmente, a compra é realizada em grande quantidade por lojas. Por isso, o administrador deve considerar o gasto com insumos específicos, custo operacional, colaboradores, locação ou manutenção da estrutura utilizada para a fabricação do item.

• Comércio: usando um estabelecimento que comercialize roupas masculinas como exemplo, é comum que compras sejam realizadas para compor o estoque. O prazo de pagamento é diferenciado, pois o administrador tem um gasto alto para receber gradualmente a mercadoria conforme sua saída. Dessa forma, é necessário o capital de giro permanente, para garantir que haja estoque equilibrado para as vendas.

• Serviços: não são necessários tantos recursos para as empresas que ofertam serviços, pois sua produção depende exclusivamente de mão de obra. No caso de empresas que oferecem serviço segurança predial, os equipamentos não são descartáveis, portanto, sua compra não ocorre frequentemente. Porém, no caso de prestadora de serviços de limpeza, por exemplo, a compra de materiais para higienização é constante. Por isso, o capital de giro deve ser permanente como a do comércio.

Capital de giro e investimento

Existe diferença entre os dois instrumentos. O investimento, diferente do capital de giro, é todo gasto que consiste em material fixado para a produção do bem ofertado, como: máquinas, móveis e o local onde tudo é produzido. O investimento fixo corresponde à primeira despesa indispensável para a abertura da empresa e deve ser calculado minuciosamente.

Mesmo nos casos onde o negócio já existe há certo tempo, o investimento fixo deve ser calculado para estimar corretamente o patrimônio da empresa. Por esse motivo, o empreendedor deve ficar atento ao que destina para o investimento fixo: investir todo o capital na parte afixada do negócio pode desestabilizar os primeiros meses ou anos da empresa, período em que o faturamento nem sempre cobre todos os gastos e eventuais prejuízos.

A ideia central é manter o equilíbrio entre os dois, pois apesar de distintos, são cruciais para o crescimento da empresa. Verifique quais são os principais erros sobre investimento fixo e capital de giro:

• Financiamentos de longo prazo no começo do empreendimento: nenhum empreendedor espera que seu negócio dê errado, entretanto, é importante não se comprometer com financiamentos de longo prazo antes de ter certeza sobre a longevidade da empresa;

• Estoque em excesso: estocar produtos exageradamente e não conseguir vende-los traz prejuízos sem precedentes ao empresário;

• Fluxo de caixa descontrolado: controlar as contas a receber e a pagar faz parte do processo que assegura a saúde financeira da empresa;

• Excessos ao solicitar empréstimos: enfiar o negócio em empréstimos de valor exorbitante pode causar um colapso no controle financeiro.

Capital de giro líquido e capital de giro próprio

Para concluir, compreender a diferença entre capital de giro líquido e capital de giro próprio é vital para organizar os procedimentos financeiros da empresa.

• Capital de giro líquido ou CGL: muitas vezes chamado de “descanso financeiro”, o capital de giro líquido é a quantia correspondente ao necessário para a empresa arcar com suas responsabilidades financeiras, por exemplo, mão de obra, dívidas sobre procedimentos operacionais, etc.

• Capital de giro próprio: o capital de giro próprio se refere à origem do dinheiro que honrará determinada função. Por exemplo: o gestor percebe mediante cálculo que o próprio caixa é capaz de atender à necessidade financeira, sem a ajuda de empréstimos ou terceiros. O capital de giro próprio é, basicamente, a capacidade de autofinanciamento da empresa.

Como conseguir capital de giro?

O empresário pode recorrer a várias formas para conseguir capital de giro para o empreendimento, entre eles estão o financiamento e o empréstimo. Apesar de tentadores, são medidas que exigem muita responsabilidade e cálculo prévio do empreendedor, pois podem trazer prejuízos em longo prazo, tanto para a empresa, como para a pessoa física.

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