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Há uma grande satisfação emocional e obrigação moral nessa função. Álvaro, quando mais jovem viu seu pai falir duas empresas que foram bem sucedidas e tristemente o viu também sucumbir com a queda dos seus negócios. A impotência na época diante da situação o motivou a buscar aprender e investir em ser capaz de auxiliar os empresários que passam por momentos difíceis, momentos que podem atingir um estágio crítico.

Por isso, nosso CEO, Álvaro Marcos, acumulou conhecimento e experiências ao longo de 10 anos para tornar-se um especialista em gestão de empresas em crise.

Alvaro Marcos - Fundador da Fórmula de Gestão
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Em um mercado cada vez mais amplo, as empresas buscam formas de otimizar suas atividades internas e a prover meios estratégicos para gerar competitividade em suas áreas de atuação.

Quando nos referimos ao caixa empresarial, não é diferente. Para que seja possível cumprir metas, otimizar recursos e garantir estabilidade em tempos de crise, é preciso administrar os recursos financeiros de forma sustentável e consciente, fazendo com que o negócio ganhe força e adquira disponibilidade para elaborar estratégias cada vez mais eficientes.

Portanto, é crucial entender os caminhos da gestão de custos nos mais diferentes departamentos internos e em outros segmentos do mercado, sobretudo, com o apoio de consultorias financeiras.

Quer saber mais sobre o assunto? Então leia o post até o final e saiba tudo sobre a consultoria em gestão de custos estratégicos empresariais.

Gestão de custos: sua administração

Antes de tudo, sabemos que as aventuras do dia a dia de empreendedores certamente se baseiam em questões relacionadas aos custos da empresa. Entretanto, uma grande parte atuante no mercado desconhece as ferramentas da gestão de custos, ou simplesmente julgam desnecessário a atuação de profissionais capacitados para administrar as transações financeiras.

Em consequência da falta de prática e estratégias principais para elaborar uma gestão de custos eficiente, diversas empresas acabam saindo do mercado antes mesmo de consolidarem uma presença significativa no seu meio de atuação. Por isso, é necessário compreender o que é a gestão de custos e suas respectivas metodologias.

Em suma, a gestão de custos nada mais é do que o resumo de todo o montante da empresa, cujo objetivo está diretamente relacionado a criação de produtos e serviços. Em outras palavras, podemos dizer que a gestão de custos são todas as despesas advindas das atividades empresariais rotineiras, como por exemplo:

1. Matérias-primas e insumos;

2. Aluguel;

3. Contas de energia elétrica;

4. Quantidade consumida de água;

5. Contas de telefonia;

6. Transportes diversos;

7. Planos mensais de internet;

8. Remunerações e salários;

9. Horas extraordinárias dos colaboradores;

10. Maquinários, equipamentos e suas respectivas manutenções;

11. Carga tributária;

12. Instrumentos de limpeza em geral;

13. Materiais rotineiros de escritório;

14. Dentre outros.

Realizar a gestão de custos é um processo taxativo, mas que oferece resultados imediatos a organização. Contudo, caso a sua administração seja feita de forma errada ou incompleta, os riscos poderão ser ainda maiores para o empreendedor, já que afeta diretamente a possibilidade de diminuição do lucro.

Contudo, ao realizar uma administração de custos eficiente, o empreendedor terá uma visão ampla das transações financeiras empresariais e proverá estratégias cada vez mais positivas.

A precificação correta, por exemplo, seria uma das consequências de uma boa gestão de custos, já que será possível obter o preço correto de cada produto ou serviço proposto pela empresa, aumentando a margem de lucro advinda dos itens vendidos.

Além dessas variáveis, podemos considerar alguns benefícios importantes da gestão de custos em todos os segmentos do mercado:

1. Crescimento sustentável

Com informações decorrentes da aplicabilidade de técnicas específicas, a empresa terá noção de quais processos consomem mais dinheiro e que afetam diretamente o crescimento do negócio.

2. Diagnósticos mais conscientes

Uma gestão eficiente de custos também visa um controle em relação às atividades financeiras da empresa. Como consequência, o empreendedor obterá diagnósticos mais confiáveis, bem como a classificação de suas respectivas despesas e a estruturação de metas para crescimento e melhoria contínua.

3. Redução de custos

Já que uma gestão de custos será aplicada nas entradas e saídas do negócio, poderemos observar continuamente a redução de custos com processos obsoletos e ineficientes, sobretudo aos que não contribuem para o aumento dos rendimentos financeiros.

Compreendendo a gestão de custos

Para que possamos dar continuidade, precisamos entender alguns conceitos importantes acerca da gestão de custos. São eles:

1. Custos Indiretos

Os custos indiretos se referem a processos que não estão diretamente relacionados à produção. Sendo assim, podemos definir que os custos indiretos podem ser os materiais auxiliares na fabricação, como lubrificantes, tintas, graxas, depreciação de máquinas, aluguel de ferramentas, seguros, e dentre outros.

2. Custos Diretos

Ao contrário dos custos indiretos, os diretos estão diretamente relacionados à produção, tais como mão de obra direta, salário dos funcionários, férias, 13º salário e insumos utilizados exclusivamente para a fabricação dos produtos.

3. Custos Fixos

Em geral, os custos fixos não sofrem alteração, independente da demanda de produção. Além disso, podem ser categorizados de acordo com sua periodicidade. Exemplos a citar são os aluguéis de fábrica, limpezas, telefonia, internet, etc.

4. Custos variáveis

Os custos variáveis são aqueles diretamente ligados a produção, porém acabam sofrendo alterações de valor. Nesse quesito, podemos considerar a demanda de insumos, que podem alterar de um mês para outro, ou até mesmo os fretes de vendas e comissões.

Contudo, é importante perceber que por mais que determinado volume na produção continue estável por um período de tempo, os custos continuarão a ser variáveis, e por isso não podem ser considerados como fixos, uma vez que estão intimamente ligados à produção.

Gestão de custos: Riscos e Perdas

Antes de tudo, sabemos que qualquer negócio em processo de abertura ou até mesmo aqueles já consolidados no mercado podem estar sujeitos a incertezas e riscos iminentes, sendo eles positivos ou negativos.

Sendo assim, os positivos tendem a gerar oportunidades para crescimento empresarial, bem como uma eficiente consolidação em seu mercado de atuação.

Se tratando dos aspectos negativos, por exemplo, podem influenciar diretamente no rendimento do negócio, afetando a sua sobrevivência no mercado. Por isso, é importante entender o que trata a gestão de riscos e perdas e como ela contribui para a sua empresa.

Em suma, podemos entender que a gestão de riscos e perdas nada mais é do que a identificação dos riscos empresariais, podendo ser de origem externa ou interna. Além disso, esse tipo de gestão avalia taxativamente os prováveis impactos futuros para a organização, de forma que possam ser categorizados por importância e tratá-los para que sejam eliminados rapidamente ou mantidos (caso estejam dentro das taxas de riscos).

Para que consigamos entender os mecanismos decorrentes dessa gestão, confira os riscos mais comuns:

1. Perda do estoque: podemos considerar que a perda de estoque pode ser derivada de uma má administração, manuseio ou até mesmo o descontrole de movimentação advindas de remoção e reposição;

2. Perda de receita: podem ser decorrentes da falta de prestação de serviços ao cliente, déficit no marketing, excessos de burocracia, logística ineficiente, e dentre outras questões relacionadas.

3. Perda de informação: decorrente da falta de controle de acesso às informações ou até mesmo pela falta de políticas relacionadas ao uso da informação.

4. Fraudes ocasionadas por funcionários ou terceiros: ocorridas por uma falta de policiamento e sistemas antifraudes, o que ocasiona futuros prejuízos financeiros para a empresa.

5. Sanções e multas em geral: pela desregulação e a falta do cumprimento da lei, considerando também as ações antiéticas.

Para que seja possível reduzir os custos com a gestão de riscos, é necessário analisar o cenário da seguinte forma: mitigar, prevenir, aceitar ou repassar a situação para uma consultoria especializada.

Dessa forma, quanto mais riscos e ameaças forem eliminados, maiores serão as chances de a empresa voltar com a sua saúde financeira e se prevenir de futuros prejuízos. Por isso, conhecer as ameaças e elaborar os principais meios para tratar os riscos e perdas, tendem a contribuir com a redução de custos.

A gestão de custos e despesas

Em geral, a gestão que trata os custos e despesas é uma atividade que garante que todas as operações sejam cumpridas pela empresa, contribuindo para a redução de dívidas e ao aumento do lucro. Apesar de ser uma atividade extremamente importante para as organizações, muitos empreendedores não sabem como executá-la.

Diversos negócios desconhecem os tipos de custos e despesas em seu âmbito interno, e dessa forma não conseguem administrar os gastos. De acordo com informações levantadas pela Boa Vista Serviços (instituição de crédito), constatou-se que, de todos as empresas que decretaram falência em 2018, 96,5% delas eram pequenos negócios.

Contudo, sabemos que declarar falência não quer dizer de fato que o negócio não está operando, apenas indica que a empresa não está mais ativa. Isso ocorre para que os empreendedores evitem receber cobranças de fornecedores e pela justiça, no caso de inúmeros processos trabalhistas em andamento.

Ainda assim, através de um estudo feito pelo Sebrae, demonstrou que um dos principais motivos que levam cerca de 42% de empreendedores fecharem as portas de seus negócios, é justamente pelo déficit e falta de conhecimento na administração das finanças. Em consequência, gera-se a falta de equilíbrio entre os custos, despesas e os lucros.

Para que seja possível contornar esse problema, o empreendedor precisa categorizar os seus gastos e listá-los por prioridade. Além disso, ele precisa entender as definições de custos e despesas, para então saber o quanto o negócio possui de despesas fixas, contas que precisam ser pagas mensalmente e o quanto ele deverá investir para desenvolver o seu produto ou serviço específico.

Fazendo uma analogia, digamos que um determinado empreendedor possua um negócio no ramo de festas infantis. Esse negócio está localizado em um prédio no centro da cidade sob contrato de aluguel, possuindo três funcionários trabalhando no local.

Além disso, existem os gastos com consumo de água e energia, salário dos funcionários e demais contas pertinentes. Concluímos que todos esses itens formam as despesas da empresa, diferentemente do leite, do açúcar e a água para produzir os doces de festa, que são os custos para produzir seus produtos.

Portanto, ao fazer essa lista, o empreendedor saberá a verba necessária para fazer seus doces. Assim, caso suas contas não estejam equilibradas e em conformidade com seu orçamento, haverá a falta de dinheiro para a produção.

Além disso, ele ainda terá a ciência de valores demandados para manter as despesas em dia e reduzir cortes de insumos, já que impedem o negócio de receber novos rendimentos financeiros.

Gestão de custos industriais

Antes de tudo, sabemos que uma excelente gestão de custos industriais conduzirá o empreendedor a um caminho cada vez mais sustentável e consciente, já que ele terá todas as ferramentas para controlar os gastos oriundos da fabricação e a comercialização de seu produto ou serviço.

Assim, podemos entender que a gestão de custos industriais está diretamente ligada aos recursos da produção, como por exemplo:

1. Mão de obra;

2. Energia elétrica;

3. Manutenção de maquinário;

4. Limpeza e conservação;

5. Insumos;

6. Dentre outros;

Eles são muito importantes para as atividades rotineiras de qualquer indústria ativa no mercado, já que esses setores dependem exclusivamente dos itens citados acima para darem continuidade ao seu funcionamento.

Assim, entendemos que para aumentar a quantidade de itens produzidos, será necessário investir ainda mais. Nesse ponto, podemos destacar algumas vantagens importantes da gestão de custos em indústrias. Confira a seguir:

1. Diminuição de riscos

Já que o setor industrial produz um volume expansivo de vendas, a empresa deverá arcar, simultaneamente, com uma grande quantidade de custos pertinentes a produção, o que afetará diretamente os lucros obtidos. Sendo assim, uma excelente gestão de custos nessa área proverá a redução de riscos do negócio.

2. Qualidade na precificação

Para gerar competitividade nesse mercado, é preciso criar estratégias de precificação que assumam um papel lucrativo para a indústria, mas que também sejam interessantes para os clientes. Obtendo as ferramentas necessárias para realizar uma gestão de custos de forma correta, o empreendedor conseguirá precificar seus produtos de forma consciente, onde os dois lados — empresa e cliente — possam se beneficiar.

3. Eficiência

Quando o empreendedor entende que para cada ação tomada em sua empresa irá exigir um movimento custoso, a gestão de custos fará com que cada etapa seja feita de maneira consciente, diminuindo ainda mais os prejuízos financeiros. Em outras palavras, a empresa lucrará cada vez mais, desperdiçando menos.

4. Ponto de equilíbrio

Podemos traçar o ponto de equilíbrio no setor industrial quando a empresa consegue administrar e arcar com seus custos por um determinado tempo. Assim, será possível trabalhar para gerar mais lucros, já que será possível eliminar processos que só consomem dinheiro e não oferecem retornos positivos.

Em resumo, para calcular o custo real da estrutura de produção, é necessário fazer o registro da entrada de material, relacionando-o ao custo de compra. Além disso, será necessário fazer a apuração das horas-homem e o levantamento dos custos indiretos.

Gestão de custos logísticos

Em suma, a gestão de custos logísticos está mais relacionada a empresas de comércio eletrônico, que geralmente tendem a terceirizar os processos relacionados à distribuição de mercadorias diretamente para profissionais logísticos especializados. Sendo assim, essa prática visa aumentar o alcance de entregas, tornando as etapas mais eficientes.

Contudo, é necessário analisar os processos dessa gestão e verificar como esse tipo de operação deve impactar o financeiro. Se tratando de questões relacionadas ao transporte, por exemplo, os custos logísticos estão inteiramente relacionados às atividades de locomoção de matéria-prima e mercadorias da empresa. Sendo assim, podemos avaliar:

— Os gastos relacionados ao transporte;

— Manutenção de frota;

— Folhas de pagamento referente aos motoristas do serviço;

— Estocagem de produtos;

Diversos negócios optam pelo repasse dos custos referente a entrega aos seus clientes, cobrando um valor de frete no final da compra. Apesar de ser uma escolha que influencia diretamente o volume de vendas, é preciso estudar esses pontos com bastante cuidado.

Em geral, podemos encontrar diversos benefícios ao centrar esforços na gestão de custos logísticos, tais como:

1. Aumento da lucratividade

Quando um negócio decide aumentar os seus rendimentos financeiros, o empreendedor tem dois caminhos: minimizar os custos ou aumentar a quantidade de receitas.

Cortar gastos e buscar formas para economizar na área da logística oferece garantia de um aumento contínuo na lucratividade. Além disso, a gestão de custos logísticos ainda permite a revisão de preços, a fim de torná-los atraentes para clientes e, consequentemente, mais competitivos no mercado.

2. Diminuição dos riscos

Como dito anteriormente, um dos principais motivos pelo qual as empresas falecem antes mesmo de se consolidarem no mercado, é justamente pela desordem financeira.

Por isso, quando o empreendedor não consegue visualizar as entradas e saídas de recursos, o planejamento financeiro se torna ineficiente. Podemos observar notoriamente esse aspecto na operação de transportes, no qual depende de um controle para diminuir desperdícios.

3. Maior produtividade

Quando o assunto é a redução de custos, todos os processos são reavaliados, a fim de serem reformulados para simplificar os exercícios e reduzir os gastos.

Através desse novo comportamento, o empreendedor consegue localizar oportunidades, garantindo melhorias significativas e contínuas. Como resultado, a tomada de decisão nesses processos se torna consciente e sustentável, ou seja, reduz gastos e otimiza atividades sem afetar a qualidade dos serviços prestados.

Gestão de custos em projetos

É muito comum chegarmos ao final de um projeto e as contas simplesmente não fecharem com os objetivos propostos. É nesse ponto onde a gestão de custos em projetos se torna altamente importante.

Assim, podemos dizer que esse tipo de gestão nada mais é do que um conjunto de processos, dando a garantia de que o projeto esteja em conformidade com os objetivos, como também de acordo com o orçamento solicitado. Dessa forma, é possível relacionar os recursos financeiros no qual o projeto necessita para ser finalizado com aqueles em que o cliente está disposto a pagar.

Contudo, é importante perceber que a gestão de custos em projetos pode se sobrepor aos processos de gerenciamento de cronograma, escopo, qualidade, riscos, comunicação, recursos, e dentre muitos outros. Por isso, caso o orçamento seja a prioridade do patrocinador, é importante que os demais pontos se adequem ao orçamento disponibilizado por ele.

Além de materiais e recursos humanos, a gestão de custos em projetos também se preocupa com as consequências de se investir muito ou pouco nos recursos estabelecidos. Um exemplo a citar é quando os custos relacionados ao planejamento de produto sofrem redução, o que contribui para possíveis falhas de operação, onde geralmente são flagradas no meio de um projeto.

Em geral, os processos decorrentes dessa gestão de custos são:

1. Planejamento da gestão de custos;

2. Fazer estimativa dos custos;

3. Determinar orçamentos;

4. Fazer controle dos custos;

Considerando a importância da gestão de custos em projetos, podemos pensar na necessidade da entrega dentro do escopo, como também o prazo e a qualidade estabelecidos. Caso ocorra de o orçamento ultrapassar o disponibilizado pelo cliente, as chances de futuras contratações serão mínimas.

Portanto, o gerenciamento de custos oferece uma forma altamente eficiente para planejar, determinar, controlar e fazer a estimativas. Em consequência, podemos garantir que nenhuma etapa seja esquecida, contribuindo ainda mais para um orçamento que não fuja da realidade demandada pelo patrocinador.

Além disso, podemos ressaltar uma outra vantagem de investir no gerenciamento de custos em projetos, que no caso é a visão ampla dos custos de serviço, sempre indo de acordo com o cofre do cliente. Com isso, é possível elaborar comprovantes de gastos e justificar por que alguns recursos financeiros foram direcionados para materiais em específico.

Na gestão de custos em projetos, também é possível realizar um levantamento de lições aprendidas ao final do projeto, adquirindo mais experiência, flexibilidade e economia através da otimização das atividades e dos recursos comprados.

Administração de custos na agropecuária

Quando tratamos a gestão de custos na agropecuária, estamos ressaltando a necessidade de controle de recursos relacionados ao processo produtivo. Sendo assim, quando não há uma administração correta das entradas e saídas pertinentes ao setor agropecuário, saber se os rendimentos financeiros estão sendo consideráveis ou não, torna-se muito mais difícil.

Por isso, é crucial entender que o objetivo principal da administração de custos na agropecuária nada mais é do que checar o financeiro, bem como o destino de seus lucros e prejuízos durante um período estabelecido. Essa análise é feita para justamente agregar informações e oferecer subsídios para obter resultados precisos em relação à propriedade e prover ações cabíveis.

Contudo, o mais importante do que o conhecimento prévio e controle, é justamente realizar mudanças significativas na produção, sempre em conformidade com a safra e a criação. Em geral, nem sempre é fácil obter o conhecimento e a prática correta a respeito da gestão de custos na agropecuária, já que isso exige registos taxativos e diversos dados relacionados a área de criação e plantio.

Portanto, é crucial que o produtor rural obtenha todos os recursos necessários para analisar a composição de seus custos, a fim de criar estratégias cada vez mais sustentáveis para economizar e alocar recursos financeiros para áreas da fazenda onde oferecem maior retorno financeiro.

Além disso, a gestão de custos irá oferecer uma visão antecipada das dificuldades enfrentadas no mercado rural, bem como mudanças bruscas de preços de insumos para a produção, antecipando o financeiro do empresário rural para driblar tais crises.

Gestão de custos em propriedades rurais

Como é de se esperar, as questões relacionadas à gestão de custos em propriedades rurais são desconhecidas por diversos proprietários, fazendo com que a cadeia produtiva tenha o seu déficit e sofra consequências financeiras severas no mercado.

Sendo assim, não é difícil deduzir que as propriedades rurais não garantem o controle de seus custos, o que produz consequências severas em suas atividades, como por exemplo:

— Baixo conhecimento acerca dos resultados do negócio;

— Aumento ou a diminuição de atividades;

— Investimentos obsoletos e custosos;

— Maiores chances de endividamento;

— Perda de ganhos pela produtividade;

— Dentre outros.

De antemão, é preciso entender que para conseguir acompanhar as tendências de mercado e se sobressair, os proprietários rurais precisam ter a total capacitação para gerenciar suas propriedades.

Essa exigência ocorre pela ascensão da tecnologia, pelos sistemas de informação e pela otimização e dinâmica do mercado global, pois mostra ao empreendedor a necessidade de investir no gerenciamento de custos, administração financeira e de bastante aprendizado contínuo nesta área.

Diante disso, entendemos a necessidade de modelos administrativos que promovam a diminuição de custos e, consequentemente, ao aumento de uma economia interna sustentável.

Em geral, a gestão de custos em propriedades rurais oferece diversas vantagens, como por exemplo:

1. Possibilita uma ampla visão de gastos dos mais diferentes empreendimentos;

2. Ajuda o empreendedor rural a realizar cálculos eficientes em relação aos rendimentos das diferentes culturas e criações;

3. Permite que o empreendedor rural tenha consciência do volume do negócio;

4. Ressalta informações importantes sobre as melhores épocas do ano para vendas ou a compra de produtos;

5. Oferece cálculos precisos sobre os custos relacionados à produção;

6. Permite cálculos para analisar medidas de resultados econômicos.

Gestão de custos na construção civil

Quando enfrentamos crises de mercado ou nos deparamos com áreas altamente competitivas para se trabalhar, realizar uma gestão eficiente de custos, sobretudo, na área de construção civil pode ser uma prática importante para tornar-se um negócio estável. Com um bom gerenciamento de entradas e saídas, o empreendedor saberá o momento certo para agir e aplicar recursos financeiros.

Partindo desse ponto, podemos ressaltar alguns erros cometidos na área da construção civil, tais como:

1. Não contabilizar perdas de insumos

Assim como é necessário realizar a gestão de insumos que foram devidamente utilizados no processo de construção, se faz necessário contabilizar, também, as perdas de insumos.

Elas precisam estar na gestão de custos, e para que esse processo seja eficiente, apostar no acompanhamento taxativo do estoque de insumos pode ser uma excelente opção. Além disso, a contagem frequente de matérias-primas no início e ao final de cada dia também contribui para análises mais assertivas.

2. Não ter noção dos retornos financeiros

No decorrer das atividades do dia a dia, sobretudo em construções, acaba deixando o empreendedor ocupado demais para analisar questões relacionadas ao andamento do negócio.

Por isso, não saber ao certo as entradas e saídas poderá acarretar tomadas de decisões perigosas, garantindo inseguranças em relação a novas oportunidades. Alinhando o seu fluxo de caixa a gestão de custos, é possível aproveitar ao máximo e de maneira consciente todos os rendimentos do projeto.

De forma prática, podemos arquitetar uma gestão de custos excelente da seguinte forma:

— Criação de um cronograma: o cronograma de custos servirá como base para realizar um acompanhamento eficiente da gestão de obras. Assim, é necessário fazer a divisão das etapas da construção, além de acrescentar os gastos necessários para cada um dos itens que serão explicitados.

Essa ação servirá como um apoio para uma estimativa de custos e, consequentemente, a negociação por melhores condições para adquirir insumos.

— Ter uma visão macro do uso de insumos: ter consciência da utilização das matérias-primas é a base para quem busca eficiência. Se tratando da gestão de custos nesses processos, não é diferente.

Análises e mapeamentos sem um controle devido de matérias-primas podem contribuir para o aumento de desperdícios, e assim, aumentar os gastos decorrentes do projeto.

Para evitar que isso se torne um problema nas atividades de construção, é interessante criar um controle e uso consciente de insumos. Além disso, é crucial promover essa racionalização na equipe, fazendo com que os resíduos sejam destinados para um uso correto e com baixo índice de desperdício.

— Análise de todos os custos lançados: conforme podemos observar, uma excelente gestão de custos na construção civil baseia-se, principalmente, nos gastos fixos e variáveis. É bastante comum que esses dados não sejam contabilizados de forma correta, o que poderá impactar diretamente o caixa e no resultado do projeto.

Em resumo, as bases de uma excelente gestão de custos na área da construção civil são:

1. Conhecimento e acompanhamento taxativo das entradas e saídas;

2. Capacidade de analisar o progresso;

3. Avaliação dos resultados obtidos, bem como a interpretação de seus índices;

4. Formas de aprimorar os processos de gerenciamento continuamente.

Conforme vimos nesse artigo, a gestão de custos não está atrelada apenas a um segmento de mercado. Ela abrange todos os setores e precisa ser instalada em cada processo organizacional, pois suas ferramentas ajudam empreendedores a realizar decisões mais assertivas e menos pesarosas para o caixa.

Portanto, busque investir continuamente em uma gestão eficiente, atentando-se sempre as entradas e saídas de um negócio e colocando-as nas análises de custos, pois assim seu negócio terá muito mais sustentabilidade e um alto índice de competitividade.

Para obter resultados ainda melhores, contrate uma consultoria especializada em gestão de custos e veja a sua empresa crescer de forma rápida, sustentável e consciente.

Consultoria Em Gestão De Custos

É fundamental, para o sucesso do negócio, saber como e onde investir o dinheiro, manter as contas em dia e controlar os custos com infraestrutura e produção.

Conhecendo bem os processos e o funcionamento da empresa como um todo, pode-se ter uma gestão mais eficiente, gerando bons resultados.

Descubra, neste artigo, o que é, qual a importância e os benefícios de ter uma consultoria em gestão de custos, tornando as finanças do empreendimento mais saudáveis e eficazes, impactando na qualidade e na rentabilidade dos seus produtos e serviços.

Você sabe o que é gestão de custos?

O bom andamento dos negócios depende de atitudes equilibradas e certeiras para o pleno domínio do empreendimento. Uma administração eficaz requer planejamento, acompanhamento de indicadores e cenários para a tomada de decisões e gerenciamento financeiro.

Gestão de custos busca a estabilidade entre receitas e despesas, a partir de estratégias e diretrizes capazes de gerar maior produtividade e, consequentemente, uma maior satisfação dos clientes.

Ela também auxilia em:

- Redução de gastos;

- Formação de preço;

- Bom desempenho e competitividade no mercado, garantindo maior eficiência;

- Melhoria contínua da empresa.

Uma boa administração de recursos não depende somente dos gestores ou departamentos de Recursos Humanos e contabilidade, mas das equipes. Todos precisam estar engajados na otimização de receitas e na busca de soluções para uma boa gestão de custos.

Por falta de tempo ou conhecimento, muitas vezes, não são feitos ajustes em processos, análise de dados ou melhorias. Uma consultoria em gestão de custos fornece conhecimento amplo e especializado sobre o assunto, detectando problemas e agindo diretamente nos pontos fracos do negócio.

Como a gestão de custos contribui para a lucratividade

Definir um preço justo e que gere lucro à empresa depende da certeza de que o valor final de produtos ou de serviços foi estabelecido de forma correta, considerando todos os custos fixos e variáveis.

Sem uma gestão de custos eficiente, pode-se chegar a preços pouco competitivos e viáveis financeiramente, atrapalhando os rendimentos do empreendimento, com baixas margens de lucro e pequenos volumes de venda.

Tudo que envolve investimentos para a realização de atividades no negócio pode ser considerado um custo, abrangendo tanto as fases de criação e testes, como a comercialização de um produto ou prestação de serviços.

Ao detalhar todo os gastos, deve-se dividi-los basicamente em:

1. Fixos:

São os custos mais rotineiros, como por exemplo, pagamento de:

- Contas de luz e de água;

- Fornecedores;

- Colaboradores;

- Aluguel do prédio ou sala.

2. Variáveis:

Envolvem investimentos com processos produtivos ou a comercialização, como impostos sobre mercadoria e comissão de vendedores, entre outros.

Registro de dados e análise de resultados

Após elencar todos os tipos de custos que a organização possui, é preciso manter registrado, mensalmente, todos os gastos.

Assim, pode-se verificar se houve investimentos desnecessários, quais são as áreas que precisam de mais verba e direcionar o caixa para projetos prioritários.

Fazer um calendário ou estabelecer metas para investimentos periódicos auxilia na gestão de custos, em prol do crescimento da empresa.

Para que tudo funcione bem, mantenha o controle e a disciplina. Esteja atento também às novas oportunidades do mercado, acompanhando possíveis mudanças na legislação, tendências do segmento ou do nicho em que a empresa atua, cruzando-a com estudos e cenários.

Uma consultoria em gestão de custos terá profissionais qualificados, capazes de analisar constantemente os procedimentos financeiros do negócio. Eles poderão estar detalhados em:

- Planilhas;

- Relatórios;

- Indicadores;

- Registros organizados.

A partir daí, será possível buscar novas oportunidades de investimentos para que a empresa possa se desenvolver de forma sustentável.

Auxílio na recuperação judicial de empresas

É ideal sempre trabalhar de forma preventiva, ou seja, planejando, controlando e analisando os custos, para garantir uma tomada de decisão eficiente, baseada em dados concretos.

No entanto, quando a empresa já está em apuros, deve contar com uma consultoria em gestão de custos para auxiliá-la na condução da crise financeira. Identifique quais são os seus gargalos para reverter a situação, antes que seja tarde demais.

Gestão de custos também pode ajudar no processo de recuperação judicial e no desenvolvimento do plano de recuperação, fornecendo informações tanto para o empreendimento com problemas, como para os seus credores.

Por meio da verificação das demonstrações financeiras da empresa em determinado período, é possível fazer uma análise de Custo-Volume-Lucro (CVL), observado as margens de contribuição obtidas.

Além disso, pode-se indicar a necessidade de redução de custos fixos ou variáveis e apontar se a receita bruta média obtida pelo empreendimento é suficiente para gerar recursos que atendam as demandas da empresa, inclusive no pagamento de dívidas.

Cuidado com erros na gestão de custos

Possuir uma consultoria na gestão de custos é um investimento essencial para garantir a saúde financeira do negócio. Assim, será possível evitar erros que podem ser fatais para a empresa. Alguns deles são:

1. Não saber calcular o preço de venda: o custo de um produto ou um serviço deve ser menor do que o valor de sua comercialização. Busque alternativas e atualize-o, sempre que necessário;

2. Não ter eficiência nos processos: o ideal é que, na prática, os gastos de produção sejam proporcionais ao valor previsto, sem erros ou retrabalhos, por exemplo;

3. Não considerar as perdas do estoque: todas as mercadorias devem ser contabilizadas, inclusive os produtos armazenados. Uma possível depreciação também precisa ser contabilizada na formação de preços de venda ou da prestação de serviços;

4. Não saber se a empresa está dando lucro ou não: é preciso calcular o retorno financeiro das atividades alinhado ao controle do fluxo de caixa.

Com uma boa gestão de custos, pode-se adotar um modelo de governança financeira, implementando ferramentas e metas para a definição de ações mais assertivas.

Seguindo as regras de organização, controle e análise será possível gastar menos e lucrar mais, tendo como resultado o desenvolvimento da capacidade da gestão dos números da empresa.

Do contrário, a falta de uma gestão de custos eficiente poderá ampliar a vulnerabilidade da organização no mercado, podendo ocasionar uma iminente falência.

Tendo um maior domínio sobre o real funcionamento da empresa, a consultoria em gestão de custos poderá ter uma reação mais rápida em momentos de crise econômica, riscos gerados pela concorrência ou outros resultados negativos.

Consultoria de Redução De Custos

A redução de custos se coloca atualmente como um dos principais objetivos de uma empresa. Afinal, ela reduzindo custos, poderá investir mais na melhoria dos seus processos e, assim, alcançar com maior velocidade os seus objetivos, que, a depender dos seus interesses, pode ser: aumentar o nível de produção, elevar o número de clientes e de vendas etc.

No entanto, muitas das organizações não sabem como reduzir custos, necessitando dessa maneira de uma consultoria especializada na área. A seguir, saiba como o que é uma consultoria de redução de custos e como ela pode lhe ajudar nesse sentido.

O que é uma consultoria de redução de custos?

Como o próprio nome diz, a consultoria de redução de custos é o serviço especializado que se dedica a estudar profundamente a sua empresa, avaliando processos ou operações, com o objetivo de encontrar falhas ou qualquer outro problema que torne o seu negócio ineficiente.

A ineficiência faz com que uma organização não apenas deixe de ser mais produtiva, mas também pode causar prejuízo, fazendo com que esta gaste seus recursos financeiros de forma desnecessária.

Uma consultoria, a partir de uma análise profunda em relação à sua empresa, propõe soluções viáveis e de acordo com a realidade do seu negócio, objetivando fazer com que otimize suas operações e minimize seus gastos.

Quais custos desnecessários uma empresa pode estar tendo?

Muitas vezes, a empresa entra em um ciclo vicioso sem que perceba que está gastando mais do que deveria e, com isso, deixa de preservar de maneira mais eficiente a saúde do seu financeiro.

No entanto, algumas têm mudado esse comportamento e instalado departamentos específicos, que, entre outras coisas, contam com a função de analisar de forma contínua os processos/operações de uma organização com a finalidade de reduzir custos e torná-la mais eficiente.

Veja, a seguir, quais são os custos desnecessários que sua empresa pode estar alimentando:

Retrabalhos

O retrabalho de um processo por um ou mais erros pode fazer com que a sua empresa não só se torne ineficiente, mas também gaste dinheiro de forma desnecessária.

O retrabalho exige tempo, que poderia estar sendo gasto em outra atividade, e, muitas vezes, o pagamento de horas extras para compensar o “retrabalho”, sem deixar de considerar os gastos com insumos e energia, se for o caso.

A consultoria em redução de custos pode mapear os processos e propor soluções com o objetivo de eliminar os problemas.

Da mesma maneira, acontece com os processos lentos, que, muitas vezes, atrasam a produção e faz com que a empresa tenha de gastar mais com funcionários e outros custos decorrentes.

Capital parado (estoque)

Como sabemos, muitas das empresas constituem seu próprio estoque de produtos ou matérias-primas, deixando de lado a encomenda sob demanda. Isso, no entanto, pode ser um problema para a organização que deseja minimizar seus custos.

Quando uma empresa não sabe administrar eficientemente seu estoque, ela pode elevar os seus custos, pois deixar o capital parado pode fazer com que a organização reduza a rotatividade dos seus produtos (sobretudo daqueles que têm dificuldade para serem vendidos) e, com isso, enfrente alguns problemas, como:

- Atraso no pagamento dos fornecedores

Seja A, B ou C, o fornecedor deseja receber o valor pela mercadoria que vendeu a empresa. Ainda que esta não tenha sido capaz de escoar as mercadorias que comprou, seja porque o mercado está em crise ou por outras razões, como ineficiência, o fornecedor só deseja receber o que é seu por direito.

Assim, caso a empresa atrase o pagamento, poderá enfrentar problemas não apenas com o fornecedor, mas também terá de pagar juros, multa por atraso, etc., custos que podem prejudicar a saúde do seu financeiro.

- Não aproveitamento de oportunidades

É um efeito cascata. A empresa que não sabe gerir um dos seus maiores capital, que é o estoque, tende a perder novas oportunidades de negócios.

A explicação é simples: a organização que não sabe gerir o estoque, dificilmente é capaz de escoar eficientemente os seus produtos, sejam de baixa ou alta rotatividade, e, com isso, podem não ter dinheiro no caixa para aproveitar as oportunidades de negócios.

É uma atitude que compromete o desenvolvimento sustentável da empresa.

- Perda/extravio de produtos

O gestor que não se preocupa com o estoque pode também perder ou ver os seus produtos sendo extraviados, o que pode gerar maior custos para a sua empresa.

Isso porque não estamos considerando que a sua organização pode trabalhar com produtos de alimentação, que contam com prazo de validade.

Contratos abusivos

Muitas organizações assinam contratos abusivos, que, se analisados por um especialista, podem trazer vantagens para a empresa, como a redução de custos e, muitas vezes, a eliminação de taxas que são cobradas indevidamente.

Uma consultoria em redução de custos pode analisar os contratos (renegociação), verificando fatores como valores praticados, quantidade de parcelas, taxas de juros, indicadores de reajustes anuais, entre outros, que possam fazer com que a empresa reduza custos e tenha assim mais saúde financeira.

Trabalho manual

Hoje, com o desenvolvimento da tecnologia e de sistemas inteligentes, as organizações podem automatizar a maioria dos seus processos que são feitos de modo manual, como, por exemplo, o atendimento ao cliente ou o envio de e-mails.

Existem ferramentas, como é o caso do chatbot, que pode automatizar o atendimento ao cliente, fazendo com que essa operação seja mais eficiente e, o melhor ainda, trabalhando para que a empresa reduza custos. Para quem ainda não conhece, o chatbot simula o atendimento ao cliente como se fosse realizado por um profissional. A diferença é que um chatbot funciona 24 horas por dia, nos 7 dias da semana, atendendo de maneira mais rápida as necessidades dos clientes, como dúvidas.

Como você pode observar, contar com uma consultoria em redução de custos é hoje mais do que uma opção. É uma exigência para a marca que deseja obter maior eficiência e produtividade e, o melhor, saúde financeira.

Nesse sentido, gostaria de contar com a nossa ajuda? Somos especialistas em recuperar empresas que se encontram com problemas financeiros. Temos a tecnologia e a experiência que a sua marca precisa para se recuperar com eficiência.

Gestão De Tesouraria E Planejamento Financeiro

Guardar dinheiro não é a coisa mais fácil do mundo. Sendo uma Pessoa Física ou Jurídica, sempre acontece alguma coisa para que você gaste o pouco que tinha guardado. Seja uma máquina quebrada na empresa, um computador que precisa de conserto ou sua geladeira que parou de funcionar.

Por isso, é de extrema importância que haja um certo planejamento para você ou sua empresa. E, dentro desse planejamento, existem formas de encontrar a melhor saída, como por exemplo, a Gestão de Tesouraria.

Para que tudo ocorra da melhor forma, sua empresa consiga crescer e você consiga economizar ou, pelo menos, ter um dinheiro guardado para emergências, é preciso cuidar do dinheiro e gerenciar suas finanças. Mas você sabe qual a real importância de se planejar financeiramente? Confira:

O que é o planejamento financeiro?

Planejamento financeiro é um processo, não um produto. É o método a longo prazo de gerenciar sabiamente suas finanças para que você possa alcançar seus objetivos e sonhos, enquanto negocia as barreiras financeiras que, inevitavelmente, surgem em todas as fases da vida. E para criar um plano financeiro sólido, as metas devem primeiro serem estabelecidas.

Dados são reunidos para analisar e avaliar seu status financeiro. Depois de concluído, seu plano pode ser desenvolvido e implementado. Monitoramento contínuo do plano é essencial para fazer os ajustes necessários para alcançar seus objetivos.

Esse planejamento é sobre o desenvolvimento de estratégias para ajudá-lo a gerenciar seus assuntos financeiros e atingir seus objetivos de vida, e o primeiro passo é garantir que você tenha acesso aos conselhos certos.

Dentro do planejamento, temos o plano financeiro, que é um documento que contém a situação financeira atual de uma pessoa e as metas monetárias de longo prazo, além de estratégias para atingir essas metas.

Ele pode ser criado de forma independente ou com a ajuda de um planejador financeiro certificado. É recomendado para Pessoas Físicas ou Jurídicas, públicas e a até de iniciativa privada, tudo isso com o objetivo de garantir segurança na hora de agir economicamente.

É com ele que se começa com uma avaliação completa do estado financeiro atual do indivíduo e das expectativas futuras. Esteja você sozinho ou com um planejador financeiro, o primeiro passo na criação de um plano financeiro envolve reunir muitos pedaços de papel ou, mais provavelmente atualmente, cortar e colar números de várias contas baseadas na Web, em um documento ou planilha.

O objetivo de um plano financeiro é exibir todas as informações mais importantes que surgem a partir de um planejamento financeiro:

- Orçamento;

- Balanço patrimonial;

- Fluxo de caixa;

- Análise de dados;

- Etc.

Tudo isso faz com que as pessoas consigam identificar os próximos passos e estratégias. Por isso, é de extrema importância manter a atenção no plano, para que a saúde financeira da sua empresa não seja prejudicada, ou seu ambiente familiar.

O que é a Gestão de Tesouraria?

A Gestão de Tesouraria pode ser entendida como planejamento, organização e controle da participação, fundos e capital de giro da empresa, a fim de:

- Fazer o melhor uso possível dos fundos;

- Manter a liquidez da empresa;

- Reduzir o custo total dos fundos;

- Mitigar o risco operacional e financeiro.

Além disso, abrange:

- Gerenciamento de capital de giro;

- Gerenciamento de moeda;

- Finanças corporativas;

- Gerenciamento de risco financeiro.

Simplificando, a administração de tesouraria é a administração de todos os assuntos financeiros do negócio, como a captação de recursos para o negócio de várias fontes, gerenciamento de moeda, fluxos de caixa e várias estratégias e procedimentos de finanças corporativas.

Ela visa garantir que dinheiro adequado esteja disponível com a organização, durante a saída de recursos. Além disso, também contribui para a melhor utilização dos fundos e garante que não haja fundos não utilizados mantidos na empresa por um prazo muito longo.

Além disso, também envolve prolongar a quantidade de tempo que uma empresa retém o dinheiro necessário para pagar suas contas e reduzir o período de tempo em que renuncia ao dinheiro devido a seus clientes.

Processos de gerenciamento de tesouraria incluem, portanto, a definição de políticas de contas a pagar e receber, a definição de políticas de aprovação de crédito e a definição de termos de cobrança.

Essas atividades fornecem à empresa flutuação ou dinheiro extra em curto prazo, sobre o qual ela pode ganhar juros. Empresas maiores podem estabelecer contas de poupança e do mercado monetário para usar como contas de varredura, para obter juros de curto prazo nos fundos de entrada que a empresa logo usará para pagar suas contas.

Conheça os benefícios destas práticas e a importância de implementá-las

A criação de um plano financeiro ajuda você a ver o cenário geral e definir metas de vida a curto e longo prazo, uma etapa crucial no mapeamento do seu futuro financeiro. Quando você tem um plano financeiro, é mais fácil tomar decisões financeiras e permanecer no caminho certo para atingir suas metas.

É possível gerenciar a receita com mais eficiência, por meio do planejamento. Gerenciamento de renda ajuda a entender quanto dinheiro você precisará para pagamentos de impostos, outras despesas mensais e economia.

Além disso, é possível aumentar o fluxo de caixa monitorando cuidadosamente seus padrões e despesas. Planejamento tributário, os gastos prudentes e o orçamento cuidadoso o ajudarão a manter mais do seu dinheiro suado.

E com um sistema de gerenciamento de tesouraria, se destaca na otimização e automação de processos manuais e tarefas tediosas de gerenciamento de dados, aumentando, consequentemente, sua produtividade diária geral. A autorização automatizada e o início do pagamento eliminam os gargalos organizacionais e permitem menos dependência do local.

O dinheiro é extremamente importante para pequenas empresas. Empresas lucrativas podem falhar, devido ao dinheiro insuficiente disponível para pagar as contas. A função de gerenciamento de tesouraria monitora o momento e os valores das entradas e saídas de caixa, um componente crítico do gerenciamento de fluxo de caixa.

Já nas grandes empresas, a Gestão de Tesouraria também inclui o gerenciamento de relações com acionistas, gerenciamento de risco financeiro e garantia do compartilhamento adequado e apropriado de informações financeiras.

A parte de relações com acionistas tem significado, porque relações fortes e uma crença na estratégia da empresa permitem que as empresas que precisam de recursos adicionais levantem esses recursos junto aos acionistas existentes.

Gestão Estratégica de Custos Empresariais

Com o avanço da tecnologia, o aumento da globalização e o aquecimento da economia cada vez mais crescente, as empresas precisam garantir o seu destaque no mercado buscando formas de reduzir os custos para aumentar ainda mais o seu lucro.

Entretanto, algumas organizações podem elaborar estratégias de redução de custos de forma errada, comprometendo o funcionamento de todo o seu sistema por falta de um conhecimento prévio sobre o assunto. Quer saber mais? Então, leia o post até o final e saiba como realizar uma gestão estratégica de custos empresariais de forma eficiente.

Gestão Estratégica de Custos: o que é e qual a sua importância?

Antes de tudo, a gestão de estratégica de custos nada mais é do que a busca contínua por melhorias de desempenho, buscando informações relevantes para a tomada de decisão, comparando-se aos modelos tradicionais e obsoletos da gestão de custos. Dessa forma, o seu uso promoverá o desenvolvimento da organização e produzirá estratégias competitivas no mercado de atuação.

Sabemos que as empresas vivem em um ambiente de constante evolução. Por isso, se tratando de estratégias ligadas a tomada de decisão, seja a curto, médio ou em longo prazo, a gestão de custos precisa estar atrelada a todo o processo envolvente.

Assim, podemos dizer que a empresa estará mais preparada para eventuais crises no mercado, além de possuir modelos de gestão de custos eficientes para diminuir distorções e falhas em relação ao valor que entra e o valor que sai da empresa.

Quais são os custos de um negócio?

Para entendermos de fato o que é a Gestão Estratégica de Custos, precisamos conhecer os custos que uma empresa tem. São eles:

1. Gasto: é o sacrifício que o negócio precisa arcar para produzir um produto ou serviço;

2. Investimento: é o gasto realizado para que a empresa continue girando ou por benefícios relacionados a um determinado período;

3. Custo: é o gasto proveniente de bens e serviços relacionados à produção de outros bens e serviços.

4. Despesa: bem ou serviço que é consumido de forma direta ou indireta, no objetivo de obter receitas;

5. Desembolso: valor pago em decorrência da aquisição de bem ou de serviço;

6. Perda: bem ou serviço que é consumido de maneira anormal e involuntária.

5 Práticas de Gestão Estratégica de Custos

Existem diversos modelos de podem ser utilizados para ter uma Gestão Estratégica de Custos eficiente. Veja algumas a seguir:

1. Custeio baseado em atividades (custeio ABC)

É o desenvolvimento para o gerenciamento de exercícios que gastam recursos financeiros e que podem ser mensurados, identificados, reduzidos e até mesmo eliminados de atividades que não trazem valor ao cliente.

2. Custeio de atributos

Aqui é feito o custeio, onde é considerado os atributos de produtos ou serviços, como também custeia determinados atributos que diferenciam os produtos ou serviços que se relacionam à preferência do cliente.

3. Benchmarking

É o processo de melhoria em relação às análises e identificações de forma comparativa, obtendo as melhores práticas e processos de gestão de mercado.

4. Monitoramento da posição competitiva

Nessa prática, informações como vendas, produtos e custos dos concorrentes, bem como a sua participação no mercado são coletados.

5. Custeio do ciclo de vida

Nesse momento, são avaliados os custos totais dos produtos ao longo do seu ciclo de vida, atentando-se a questões como produção, concepção, distribuição, consumo e descarte.

Para finalizar, esperamos que esse artigo ofereça um conhecimento eficaz do que se trata a Gestão Estratégica de Custos, bem como as práticas mencionadas acima para a realização de uma gestão de custos mais eficientes para o seu negócio.

Gestão De Custos Riscos E Perdas

Ao abrir um negócio, o empresário precisa estar ciente que nem tudo será lucrativo e positivo, pois também estará sujeito a riscos que podem impactar as finanças da empresa.

Esses impactos, porém, podem ser positivos ou negativos. Entretanto, é necessário que o gestor tenha atenção e saiba manejar os riscos do negócio, de modo a reduzir os fatores mais negativos.

Por isso, ao abrir um negócio, o empresário deve planejar uma boa gestão de riscos, que podem envolver custos extras e perdas financeiras.

Benefícios em realizar uma gestão de riscos

A gestão de riscos possibilita gestores e empresários a conhecerem melhor o seu negócio e a sua empresa, possibilitando os melhores resultados no futuro.

Quando a gestão de riscos é realizada, traz inúmeros benefícios para o negócio. Um dos mais primordiais e principais é a melhoria da imagem da empresa no mercado, de modo que a organização consiga realizar novos investimentos e parcerias.

A prática também potencializa os processos organizacionais, reduzindo os custos da empresa e melhorando as habilidades dos seus colaboradores.

Por isso, a metodologia traz o grande benefício de eliminar surpresas indevidas, pois a empresa consegue prever, com muito mais antecipação, quando surgir algum problema.

Empresas que não adotam gestão de risco estão propensas a erros comuns

É natural que um novo negócio no mercado, ainda sem experiência das práticas necessárias, possa cair em alguns erros, perdas de estoque e de receita podem ser as mais comuns.

Muitas vezes, o estoque pode ser afetado por falhas na movimentação e controle de validade. Ao não entender muito bem a quantidade que deve comprar, o gestor pode errar a conta e deixar produtos sem vender e sem retornar economicamente.

Consequentemente, a má gestão de estoque pode afetar a receita do negócio, porém, além da baixa de vendas, o caixa também pode ser afetado por falha no atendimento ao cliente externo.

Dessa maneira, é importante que os gestores da empresa saibam operar uma gestão de riscos, de modo a melhorar não só a comunicação com os clientes, como também realizar a organização do estoque, compreendendo as demandas diárias.

Além disso, é importante que a empresa também se proteja para evitar fraudes e perda de informações importantes, que podem ser falhas passíveis de acontecer quando não há a gestão de riscos.

Redução de custos na prática do negócio

O alvo principal da gestão de riscos é diminuir os custos da empresa, quanto mais o gestor conseguir mitigar os estragos e prevenir novas surpresas desagradáveis, menores serão as perdas financeiras.

A melhor forma que os empresários podem acessar para reduzir os valores é realizar um planejamento a longo prazo. Dessa maneira, e contando com profissionais adequados, é possível transformar o cenário da perda financeira.

Dessa maneira, a empresa pode vislumbrar novas oportunidades, dando credibilidade no mercado para fechar negócios que permitem o aproveitamento dos recursos próprios.

Por fim, uma boa gestão de riscos também permite o empresário a aproveitar novas parcerias econômicas, dando uma experiência maior no mercado do qual quer seguir atuando.

Gestão De Riscos E Compliance

A gestão de riscos e o compliance são dois conceitos importantíssimos no mundo das organizações.

Ambos os conceitos devem atuar juntos e são indispensáveis no âmbito da gestão empresarial.

Compreenda a que corresponde cada um dos conceitos e entenda a importância destes no mundo corporativo.

No que consiste a gestão de riscos?

Os riscos referem-se a um cenário de incertezas em um ambiente organizacional. Sem uma gestão efetiva, tais riscos configuram uma problemática sem precedentes.

Os riscos podem ser em diversos âmbitos, tais como riscos financeiros, operacionais, ou até mesmo ameaças à imagem da empresa.

Contudo, quando bem geridos, os riscos propiciam oportunidades, uma vez que tais riscos fazem parte das organizações. Afinal, riscos são necessários para instituições que almejam prosperar.

Ou seja, é preciso ter em mente que riscos podem ser ameaças à organização, mas também podem caracterizar grandes oportunidades.

A gestão de riscos, portanto, consiste em uma metodologia utilizada para lidar de forma estratégica com imprevisibilidades do mundo negócios.

Ou seja, tal gestão procura trabalhar de forma assertiva com os riscos, dessa forma, usufruindo de melhores resultados.

Quanto maior o risco, maior a possibilidade de sucesso, mas em efeito reverso configura prejuízos épicos.

Por isso é importante uma gestão de riscos efetiva e integrada.

Primeiramente, para discernir o que são ameaças e o que configuram oportunidades.

A gestão de riscos se consolida quando uma organização consegue ter uma clara visão de seus objetivos e sabe discernir com exatidão quais os empecilhos para chegar até tal resultado.

Quando as incertezas são claras para a organização, é preciso avaliar diretrizes e estratégias para atuar no momento certo e transformar as ameaças em oportunidades.

A importância do compliance no mundo das organizações

O termo compliance é derivado do verbo inglês “to coply”, que significa agir de acordo com as regras. Ou seja, significa que uma instituição deve atuar de acordo com as normas e com a legislação.

O objetivo do compliance é evitar riscos empresariais desnecessários. Tal conceito busca dar transparência às práticas organizacionais, assegurando a idoneidade da organização.

Para isso, é preciso uma gestão efetiva, que aja de forma a dar o exemplo para todos os membros da equipe. Afinal, o compliance é algo que deve fazer parte da cultura organizacional de um empreendimento.

É preciso que todos compreendam a importância de atuar de forma transparente e de acordo com as normas vigentes e a legislação.

Significar adotar um papel socialmente responsável. Por exemplo, o aspecto ambiental hoje é imprescindível, portanto, as organizações devem atuar de forma ambientalmente responsável.

Em um mercado cada vez mais exigente e qualificado, uma infração pode ser fatal. É preciso atentar para os detalhes.

Como a integração desses conceitos beneficia uma organização?

Ambos os conceitos, ao atuarem juntos, asseguram que os valores da instituição se alinhem e, assim, propiciam melhores resultados e agregam valor à organização.

Sem contar que a integração dos setores é algo que tende a melhorar consideravelmente a produtividade de uma empresa. Em um mercado voraz, uma maior produtividade é algo imprescindível.

A transparência da instituição fica mais potencializada e também reduz custos financeiros. Além disso, possibilita enxergar as ameaças de forma mais antecipada, gerenciá-las de modo assertivo e aumenta consideravelmente as oportunidades.

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