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Fundador

Há uma grande satisfação emocional e obrigação moral nessa função. Álvaro, quando mais jovem viu seu pai falir duas empresas que foram bem sucedidas e tristemente o viu também sucumbir com a queda dos seus negócios. A impotência na época diante da situação o motivou a buscar aprender e investir em ser capaz de auxiliar os empresários que passam por momentos difíceis, momentos que podem atingir um estágio crítico.

Por isso, nosso CEO, Álvaro Marcos, acumulou conhecimento e experiências ao longo de 10 anos para tornar-se um especialista em gestão de empresas em crise.

Alvaro Marcos - Fundador da Fórmula de Gestão
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A gestão de empresas familiares é um pouco mais complexa do que em uma empresa comum. O principal motivo para isso é que o fator emocional pode ter um peso enorme, fazendo com que a lógica fique um pouco de lado. Quando isso acontece, a empresa pode passar por problemas bem sérios.

Também existe a questão do orgulho, de querer manter o negócio dentro da família e não contar com ajuda externa. Isso pode piorar ainda mais a situação. Afinal, em certos casos é preciso contar com ajuda para fazer a gestão de empresas familiares, especialmente em relação às dívidas, de modo que a mesma não entre em falência.

É isso que este post vai mostrar. Como fazer a gestão de empresas familiares da melhor forma possível, de modo a evitar ao máximo possível os problemas.

Comece com um planejamento eficaz

Em certos pontos, a gestão de empresas familiares não muda muito em relação a qualquer outra.

Por exemplo, o primeiro passo é contar com um planejamento eficaz. Isso é necessário para entender o básico do negócio, como ela irá se posicionar no mercado, como serão feitos os investimentos e qualquer outro detalhe.

Especificamente para uma empresa familiar, é fundamental contar com uma grande clareza. Deixar claro o papel de cada um e garantir que exista um plano de ação que o negócio irá tomar.

Estes dois são as maiores fontes de problemas na gestão de empresas familiares. Se existir um conflito, as emoções tendem a falar mais alto.

Com o planejamento, estes sempre podem ser direcionados e resolvidos mais facilmente. Se existe um problema, fica claro que é o encarregado de resolver, se existir uma discussão de qual ação tomar, o plano é um norte. Por isso, gerenciar os conflitos pessoais é tão importante quanto qualquer aspecto de uma empresa familiar.

Fique atento ao dinheiro

O dinheiro é uma das maiores fontes de conflitos familiares. Imagine se colocar uma empresa no meio? Primeiramente, é preciso garantir que exista uma clareza no momento do lucro. Assim como no tópico anterior, clareza e planejamento são palavras chaves.

Ter informações claras sobre o quanto a empresa e cada membro da família lucra é essencial para evitar as desconfianças e desavenças, que podem ser ainda piores.

Todo gestor sabe que não deve misturar as finanças pessoais com as da empresa. Afinal, isso pode comprometer o planejamento financeiro. Também pode prejudicar a confiança e gerar brigas por tornar o controle ainda mais complexo.

É importante mencionar a questão das dívidas. Este é um momento que é tenso em qualquer empresa, apesar de ser comum e qualquer uma passar por isso. Em uma empresa familiar, as dívidas podem fugir do controle facilmente.

Os gestores podem entrar em uma discussão de como proceder, cada um com a sua opinião. Como é um momento bem delicado, o risco de isso sair do controle e não ser encontrada uma solução eficiente enorme. Neste caso, o ideal é deixar que um profissional se encarregue do assunto. Existem diversas soluções que podem ser empregadas para controlar as dívidas de uma empresa e contar com uma consultoria garante que sejam escolhidas as melhores.

Não ter uma forma de lidar com as dívidas é arriscado e perder muito tempo brigando e pouco tempo agindo pode levar uma empresa familiar a falência. A nossa empresa, por exemplo, é especializada na recuperação de empresas em falências e na gestão das dívidas. Portanto, se passar por este tipo de problema, não hesite em entrar em contato conosco!

Tenha uma estrutura clara e sem privilégios

Como ficou claro, a melhor forma de contornar estes problemas é ter uma estrutura clara. As empresas familiares têm uma cultura de deixar o negócio dentro da família. Não existe nada de inerentemente errado nisso, mas é preciso garantir que o profissional tem a competência para o cargo. Se você tem o objetivo de fazer uma sucessão na empresa, garanta que as futuras gerações têm o estudo necessário para tal.

Uma decisão errada pode ter consequências desastrosas para o negócio, fazendo com que ela possa mergulhar ainda mais nas dívidas. Por isso, parte da gestão de empresas familiares é garantir que os melhores profissionais estão posições ideais.

Isso leva a outro grande problema: a concessão de privilégios. Em uma empresa familiar, é natural que ocorra uma diferenciação no tratamento dos colaboradores que fazem parte da família, seja por meio de um salário incompatível com o mercado ou algum outro benefício.

Evidentemente, isso é uma prática de gestão terrível. Passa a ideia errada aos outros colaboradores, afeta os resultados e a produtividade e ainda impacta os resultados financeiros.

Conte com o apoio externo

Entre uma das maiores características de uma empresa familiar, como mencionado acima, é querer manter o negócio na família. Por isso, a sucessão progressiva é uma das formas mais comuns de transferência de poder no negócio.

Porém, isso não significa que a gestão de empresa familiar é fechá-la completamente ao mercado. Existem muitos recursos externos que podem ser aplicados para que o negócio seja ainda mais próspero, sem que haja uma perda de poder.

Uma consultoria pode ser vital para complementar as habilidades que os gestores não têm. Isso é o básico da resolução de problemas. Se você tem um problema, como uma dívida, seu melhor recurso é contar com uma pessoa ou um grupo de pessoas que saiba como resolver o problema da melhor forma possível. O bom gestor não é aquele que sabe tudo, mas aquele que sabe o momento de chamar quem sabe.

Não misture os relacionamentos

O maior desafio da gestão de empresas familiares é manter os relacionamentos separados. Se o filho é gestor e o pai aposentado, por exemplo, o desejo de um não pode suplantar o de outro por conta do ranking familiar. O mesmo se aplica a mães, irmãos, irmãs, tios e tias e qualquer outro tipo de parentesco.

Como dito acima, é preciso respeitar a hierarquia da empresa, mantendo o ambiente profissional separado do familiar.

Entre em contato conosco

A gestão de empresas familiares envolve desafios únicos. Porém, a ideia básica é a mesma. Manter uma certa organização, profissionalização e chamar especialistas sempre que for necessário.

No nosso caso, somos uma empresa focada na recuperação em empresas em falência e na gestão de dívidas.

Então, caso passe por algum destes problemas, entre em contato conosco, conheça os nossos serviços e passe por este momento conturbado da melhor forma possível.

Passadas de geração para geração, as empresas familiares respondem por 90% dos empreendimentos no Brasil e por 65% do Produto Interno Bruto (PIB) Nacional, de acordo com dados divulgados em 2018 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O diferencial desse tipo de organização está na presença de seu fundador e no fato de o capital predominante pertencer a uma ou mais famílias, que detêm a administração e o controle dos negócios.

O vínculo familiar em um contexto corporativo apresenta diferenciais, como o cultivo de laços de confiança e a agilidade nas tomadas de decisões, mas também impõe alguns desafios bem particulares para a gestão.

Sucessão e centralização

Pesquisador e autor de livros sobre o tema, Djalma Oliveira aponta que cerca de 40% das empresas familiares não ultrapassam o primeiro ano de existência, 60% fecham as portas até o fim do segundo ano e quase 90% encerram as atividades até o décimo ano.

Na maior parte dos casos (70%), a morte do fundador é decisiva para a empresa não conseguir sobreviver, seja por centralização excessiva das decisões ou por dificuldades no processo sucessório.

A sucessão é um entrave para muitos negócios familiares em busca de consolidação, já que seu êxito depende de fatores como a capacitação dos herdeiros, a escolha do momento oportuno, o estabelecimento de estratégias e diretrizes para transição.

Outro aspecto que contribui para um desenlace positivo e com poucos conflitos é a construção de uma gestão participativa, com envolvimento de toda a equipe, compartilhamento de informações e delegação de tarefas.

Conflitos e divergências

Empresas que passam de geração para geração demandam cuidados específicos no que diz respeito ao gerenciamento de conflitos e divergências, já que estes costumam envolver vínculos emocionais, afetivos e históricos.

Em diversos momentos os limites que separam família e empresa não são nítidos e a coesão interna pode ser abalada por disputas de interesses entre os integrantes ou entre gerações, bem como conflitos com gestores e colaboradores que não fazem parte da família.

São comuns ainda as divergências sobre questões como o futuro da empresa, resoluções financeiras, contratação de colaboradores externos ao núcleo familiar, necessidade de reestruturação, estratégias de inovação e investimento em tecnologias.

Profissionalização da gestão

Muitos dos obstáculos e desafios enfrentados pelo modelo familiar podem ser vencidos com planejamento jurídico e práticas administrativas adequadas. Para isso, administração familiar não deve ser sinônimo de amadorismo e improviso.

Em um cenário no qual a influência da família está presente no cotidiano da empresa, ter um modelo de gestão estruturado, orientado por resultados e estratégias de mercado, é um diferencial.

Da mesma forma, são desejáveis metodologias de comunicação transparente, organização dos fluxos de trabalho, compartilhamento do conhecimento técnico e das decisões, estabelecimento de diretrizes e indicadores de desempenho.

No âmbito jurídico, há instrumentos que podem orientar e propiciar a segurança necessária, entre eles: a definição de regras expressas para solução de conflitos entre sócios, acordos sobre remuneração e destinação de lucros, normas e requisitos mínimos para contratação de familiares. Portanto, o gerenciamento de uma empresa familiar impõe desafios delicados, mas que podem ser superados com planejamento estratégico e gestão profissional.

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