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Fundador

Há uma grande satisfação emocional e obrigação moral nessa função. Álvaro, quando mais jovem viu seu pai falir duas empresas que foram bem sucedidas e tristemente o viu também sucumbir com a queda dos seus negócios. A impotência na época diante da situação o motivou a buscar aprender e investir em ser capaz de auxiliar os empresários que passam por momentos difíceis, momentos que podem atingir um estágio crítico.

Por isso, nosso CEO, Álvaro Marcos, acumulou conhecimento e experiências ao longo de 10 anos para tornar-se um especialista em gestão de empresas em crise.

Alvaro Marcos - Fundador da Fórmula de Gestão
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Fazer um negócio dar certo depende de muitos fatores, inclusive uma grande Gestão Financeira. E um dos principais aspectos para que não haja maiores problemas na condução é garantir a manutenção de um capital de giro interessante, que garanta a boa saúde monetária da empresa, sem riscos de endividamento e/ou falta de recursos para investimentos necessários.

Por isso, um dos principais desafios para qualquer gestor financeiro é justamente ter o capital de giro em ordem. Quando isso não acontece, a principal dúvida que surge na cabeça dos responsáveis é: como fazer para aumentar o capital de giro, tão necessário para a minha empresa?

E é sobre isso que falaremos a seguir, buscando mostrar caminhos para que haja um incremento de capital de giro no negócio. Lembrando que este conceito se refere à diferença entre os valores que estão no caixa do negócio e as despesas correntes, como contas a pagar e outros custos.

Ou seja, é preciso ter mais dinheiro disponível do que a quantia que será utilizada para pagamentos. Só assim é possível manter o negócio saudável financeiramente, gerando lucro e maior capacidade de investimento.

São várias as formas de buscar o aumento do capital de giro. Para começar, uma boa saída é ter os melhores contratos e acordos com os fornecedores da empresa. Criar uma relação de confiança garante um diálogo ideal para que a sua empresa possa pedir:

- Prazos de pagamentos maiores;

- Descontos;

- Parcelas mais acessíveis;

- Etc.

Esse já é um bom jeito de aumentar o capital de giro. Afinal, a empresa consegue diluir os pagamentos por mais tempo.

De qualquer forma, é importante que isso seja bem organizado, para que o negócio não se perca em infinitos valores menores e, no fim, nunca tenha respiro, o que no futuro pode gerar um acúmulo de pagamentos que acabe atrapalhando o crescimento.

Porém, feito de forma organizada e bem preparada, ter maiores prazos significa garantir maior capital de giro ao longo dos meses, permitindo investimentos importantes para o negócio.

Porém, há outras estratégias bastante claras para chegar a este objetivo. Todas preveem, assim como o formato citado acima, um grande Planejamento Financeiro, porque envolvem quantias importantes e que, se não forem bem administradas, podem colocar a empresa sob risco a longo prazo, por conta de:

- Taxas de juros;

- Pagamentos mais altos;

- Etc.

Vamos começar falando sobre o formato de financiamento empresarial. Existe uma série de linhas de crédito específicas para que os negócios consigam incrementar seus capitais de giro, garantindo o andamento do negócio. Muitas instituições financeiras oferecem este serviço, pois sabem que podem lucrar bastante com as taxas a serem pagas posteriormente.

Por isso, é fundamental que a empresa em busca do capital faça uma extensa busca pela melhor opção, pela instituição que ofereça as condições ideais de crédito. Assim, fica mais fácil cumprir os compromissos e garantir que o financiamento valha a pena. Não adianta buscar a solução mais rápida, e sim a que encaixe melhor no planejamento do negócio.

Outra solução semelhante é o empréstimo. A diferença dele para o financiamento é que, neste caso, a instituição financeira apenas cede o crédito. No financiamento empresarial, é preciso mostrar quais serão as finalidades daquele valor que está sendo cedido.

Na prática, os cuidados com o empréstimo para garantir o capital de giro são os mesmos do financiamento. Afinal, haverá taxas de juros e, se tudo não for muito bem organizado, uma bolha pode estourar lá na frente, atrapalhando ainda mais as finanças da empresa e diminuindo a capacidade necessária de investimentos.

Além dos empréstimos e financiamento, outra modalidade referente às instituições financeiras são as chamadas antecipações de recebíveis. Neste caso, embora o acordo também preveja o recebimento de um valor "emprestado", a forma de pagamento é diferente.

Esta situação prevê que a empresa faça um acordo com a instituição credora, mostrando que o negócio receberá uma quantia X, dentro de um determinado período. Este valor pode ser um pagamento de um cliente, um acordo judicial, ou qualquer outra fonte. Fato é que se trata de uma receita já garantida e prevista no orçamento.

A diferença é que, recebendo antecipadamente da instituição financeira, o negócio já recebe este valor e pode usá-lo como capital de giro. Assim, quando o pagamento previsto vier a entrar na conta, é automaticamente repassado para o banco que emprestou o valor anteriormente. O nome antecipação de recebível é praticamente autoexplicativo nesta situação.

Por fim, ainda podemos falar sobre outra forma de garantir um capital de giro. É um formato um pouco mais sofisticado e dependente de alguns detalhes, mas pode ser empregado: o Sale&Leaseback.

Neste caso, o que acontece é que a empresa em busca de um capital de giro mais robusto entra em um acordo com determinado grupo ou investidor, no qual acontece a venda de um ativo para garantir um respiro financeiro.

Por exemplo: se a empresa é dona do local em que está estabelecida sua sede, com todo o maquinário e estrutura para o funcionamento, ela vende o espaço para o interessado e, ao mesmo tempo, faz um contrato de aluguel para se manter atuando naquele ambiente.

Com isso, não é preciso mudar de lugar ou arrumar outra sede, tudo fica como está. Ao mesmo tempo, entra no caixa uma quantia bastante relevante para que o capital de giro se sustente por um bom tempo. De qualquer forma, é importante estudar bem esta hipótese, pois o aluguel se tornará uma despesa extra. Logo, os cálculos precisam ser feitos para entender se vale a pena optar pelo Sale&Leaseback.

Neste caso, dependendo do formato de contrato, ainda é possível que, depois de algum tempo, esteja prevista a recompra do terreno por parte da empresa, após ela conseguir um bom capital de giro, investir no negócio e aumentar as margens de lucro, que permitam realizar o gasto de retomar o controle do espaço.

Enfim, são várias as formas de buscar um incremento no capital de giro da empresa. O importante é que o gestor não se precipite ou faça acordos ruins. Se tudo for bem organizado, é possível aumentar os investimentos e garantir uma empresa mais saudável financeiramente a longo prazo.

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