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O Atachamento Economico, Quem Deve Se Preocupar Primeiro

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Fundador

Há uma grande satisfação emocional e obrigação moral nessa função. Álvaro, quando mais jovem viu seu pai falir duas empresas que foram bem sucedidas e tristemente o viu também sucumbir com a queda dos seus negócios. A impotência na época diante da situação o motivou a buscar aprender e investir em ser capaz de auxiliar os empresários que passam por momentos difíceis, momentos que podem atingir um estágio crítico.

Por isso, nosso CEO, Álvaro Marcos, acumulou conhecimento e experiências ao longo de 10 anos para tornar-se um especialista em gestão de empresas em crise.

Alvaro Marcos - Fundador da Fórmula de Gestão
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Oportunidades

A epidemia da Covid-19 atingiu gravemente a economia global e o mercado financeiro flutuou violentamente. Vivemos em uma crise sem precedentes.

Uma coisa apenas é certa: a pandemia promete mudar por completo a forma como vivemos e nos organizamos. Por isso, quem está na linha de frente dos negócios precisa se preparar. Alguns setores mais do que outros.

Diante das incertezas, precisamos ter estratégias e nos posicionar com firmeza, certos e confiantes de que as transformações representam também oportunidades.

A dica dos especialistas é não desesperar diante do atachamento econômico. Há mecanismos simples e úteis para aportar capital na empresa por meio de parceiros no mercado financeiro, com ferramentas de apoio que viabilizam a recuperação da empresa.

Entre os setores mais afetados, os dados divulgados por operadoras de cartões apontam que o varejo total no Brasil apresentou queda de 21,7%. A pesquisa analisou o período de 1/3 a 21/3 e aponta o segmentos de Vestuário, Estacionamentos, Turismo e Lojas de Departamentos como os mais impactados no Brasil, com perdas que variam de 75% a 95%.

Já o faturamento do setor de serviços caiu 54%.

Na China, por exemplo, o primeiro setor a sentir os impactos da crise foi o de turismo, com cancelamento de voos e pontos turísticos vazios e as taxas de ocupação em hotéis reduzindo paulatinamente.

Enquanto no mundo inteiro os Bens Não Duráveis apresentaram alta (no Brasil cresceram 13,9% no período analisado), a indústria de transformação na China sofreu, em um primeiro momento, com a interrupção do fornecimento de matérias-primas e redução das vendas.

Outros setores também foram afetados no Brasil. Os dados das operadoras de cartões revelam ainda que o faturamento nominal dos bens duráveis, como eletrodomésticos e automóveis, apresentou forte queda no período mencionado, baixando 45,5%.

Tais mudanças, no entanto, serão temporárias. Após o controle da pandemia, tudo caminha para a retomada rápida do consumo interno.

Além disso, outros setores sofrerão mais, no longo prazo, os impactos da crise global.

Segundo relatório recente do Fundo Monetário Internacional, países como o Brasil sofrerão com a forte crise de saúde, uma repentina reversão dos fluxos de capital e um forte declínio nos preços das commodities.

Se considerarmos que o Brasil é um grande produtor e exportador de commodities, isso mostra que o maior imbróglio para a economia não se dará no varejo, mas na redução das exportações.

Estamos falando de insumos como mineiro, trigo, laranja, boi e petróleo que podem ser produzidos ou processados em larga escala e estocados sem perder sua qualidade.

Por isso, a sugestão dos consultores é curta e grossa: negócios voltados à exportação precisarão se preparar diante de um planeta que estará mais fechado às trocas internacionais e mais preocupado em desenvolver programas de bem estar social.

Tudo aponta, segundo eles, para a necessidade de investir na industrialização nacional como alternativa para superar a crise, levando os mercados a redirecionar o fluxo e investir em novas frentes, diversificando as carteiras

A crise terá fim?

Ninguém sabe ao certo o desenrolar da crise do coronavírus.

Nessa semana, quando o número de infectados alcançou a marca de 1 milhão de pessoas, o mundo ficou especialmente assustado.

Para o diretor executivo do Programa de Emergências em Saúde da OMS, dr. Mike Ryan, essa pode ser uma crise sem fim.

Para ele, apenas um sistema de saúde pública robusta e a descoberta de uma vacina poderiam ajudar a nos livrar desse bloqueio econômico.

Também para o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Antonio Guterre, a situação é preocupante. Segundo ele, o surto terá um sério impacto a longo prazo nas economias dos países.

O mais adequado para que a recuperação econômica ocorra mais rapidamente seria acatar as recomendações “Tomem medidas imediatas de saúde para conter a propagação do vírus, incluindo testes, isolamento e tratamento aprimorados”, disse.

Miopia em Marketing

Outra questão fundamental em um momento de crise como a que passamos é buscar o conhecimento necessário para superar as perdas.

Um dos principais economistas da história do capitalismo, Theodore Levitt, publicou em 1960 um artigo denominado Marketing Miopia, que até hoje considerada a Bíblia do Marketing moderno.

No texto, disponível para compra em inglês, Levitt analisou a reação dos empresários diante das transformações mundiais ocorridas, no caso, o desmantelamento das ferrovias.

Miopia seria, então, a incapacidade de o mercado enxergar as mudanças avassaladoras que vão impactar nos negócios, uma vez que a maioria dos empresas continua atada, autocentrada, rígida e inflexível.

Levitt nos traz para a realidade ao propor uma gestão focada nas necessidades dos clientes, em resolver seus problemas e satisfazer seus desejos.

A dica seria buscar ferramentas ágeis para fazer as perguntas certas e reposicionar o negócio.

Declínio do consumo global

Os trades e analistas do mercado fazem um alerta. Em poucas semanas, o consumo de barris de petróleo/dia caiu em até um quarto do consumo médio anterior, de 100 milhões de barris.

Longe de uma luz no fim do túnel, o diretor e estrategista de commodities do Banco Nacional da Austrália (NAB), Lachlan Shaw, faz um diagnóstico preocupante "A realidade é que, sem nenhuma mudança, as reservas globais estarão cheias em menos de dois meses, o que terá um impacto devastador nos preços do petróleo."

Por essa razão, países com economias de exportação baseadas em commodities são as que mais sofrerão com a crise no longo prazo.

Dessa forma, empresários ligados a este mercado devem agir imediatamente, antes que os impactos da Covid-19 possam levar seus negócios a perdas sem precedentes.

Recuperação judicial

Considerando esse cenário de crise, o Conselho Nacional de Justiça aprovou recentemente uma recomendação para orientar os juízes e uniformizar o tratamento dos processos de recuperação judicial.

O objetivo principal da medida seria permitir que as empresas em recuperação possam continuar suas atividades, cumprindo sua função social, protegendo empregos e a própria economia.

Entre as recomendações, por exemplo, está a prorrogação, de modo excepcional, do período de suspensão de cobranças, que hoje é de 180 dias.

Espera-se, assim, que a suspensão das falências ajude a mitigar os efeitos econômicos das medidas recomendadas pelas autoridades sanitárias para o controle da pandemia.

Por outro lado, as empresas precisam provar que a sua capacidade de cumprir com as obrigações está reduzida em razão dos impactos da Covid-19.

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