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Governança Corporativa Ser Líder Tem lá Suas Dificuldades

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Fundador

Há uma grande satisfação emocional e obrigação moral nessa função. Álvaro, quando mais jovem viu seu pai falir duas empresas que foram bem sucedidas e tristemente o viu também sucumbir com a queda dos seus negócios. A impotência na época diante da situação o motivou a buscar aprender e investir em ser capaz de auxiliar os empresários que passam por momentos difíceis, momentos que podem atingir um estágio crítico.

Por isso, nosso CEO, Álvaro Marcos, acumulou conhecimento e experiências ao longo de 10 anos para tornar-se um especialista em gestão de empresas em crise.

Alvaro Marcos - Fundador da Fórmula de Gestão
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As regras são cruciais para o sucesso de um negócio. Afinal, uma organização depende de uma governança corporativa para manter a empresa dentro de linhas éticas claras.

Por isso, esse item deve estar entre as prioridades da organização. No entanto, ele pode ser um desafio para as empresas em vários níveis. E é sobre isso que vamos falar hoje, neste artigo.

Governança corporativa: o que é?

Vamos percorrer a seguinte linha de raciocínio: uma organização é uma união de grupos diversos, como funcionários, proprietários, investidores, clientes, parceiros de negócios, entre outros, certo?

Pois bem, para gerenciar esse relacionamento entre esses grupos individuais, de forma igualitária, é necessário dispor de um sistema para obter um melhor tratamento em todos os níveis.

Sendo assim, a definição técnica de governança corporativa é de um sistema de processos, políticas e regras que direcionam e controlam um comportamento de uma empresa.

Em outras palavras: a governança corporativa é um código de conduta que rege o gerenciamento de relacionamentos e negócios dentro das empresas.

Quais são os principais fundamentos da governança corporativa?

Os princípios fundamentais de uma governança corporativa podem variar de acordo com o país, órgão regulador, setor, entre outros fatores. No entanto, podemos identificar alguns padrões na maior parte dos códigos de governança corporativa, são eles.

Liderança independente

Vale ressaltar que as empresas devem ter uma liderança transparente, ou seja, um profissional independente. Portanto, um proprietário que seleciona amigos ou familiares para compor a administração, pode correr o risco de nepotismo e preconceito, na visão do resto da organização.

Transparência em primeiro lugar

Um dos grandes objetivos da governança corporativa é desenvolver práticas comerciais transparentes e uma estrutura sólida que possa conceber todos os negócios da empresa de maneira eficiente.

A transparência deve também fornecer informações gratuitas e acessíveis para que todos possam ter acesso às políticas da governança corporativa desenvolvida pela empresa. Dessa forma, todos os envolvidos podem compreender as estratégias elencadas pela empresa, além do seu desenvolvimento econômico.

Prestação de contas

Se você deseja investir na construção de um bom relacionamento, o primeiro passo é a prestação de contas. Ou seja, sua empresa deve prestar contas às pessoas afetadas por suas decisões.

Além disso, diversas empresas disponibilizam em seu site uma parte que indica o que a organização está fazendo para atender às expectativas de cada grupo que compõe a empresa.

Cidadania corporativa

Adotar os princípios de uma cidadania corporativa mantém, aprimora e melhora o bem-estar de todos os grupos envolvidos numa organização.

Entre os elementos da governança corporativa, alguns se destacam, como: responsabilidade social e ambiental, uso responsável dos recursos humanos, tecnológicos e naturais, além da atuação em benefício da comunidade como um todo.

Dessa forma, a cidadania corporativa transparece uma mensagem poderosa sobre o valor da empresa para a sociedade.

Governança corporativa: ser líder tem lá suas dificuldades

Uma boa governança corporativa é crucial para organização, contudo, é difícil alcançar sua totalidade. A implementação de um código rigoroso, implica elaborar diretrizes correspondentes aos objetivos centrais da empresa. Sendo assim, existem inúmeros desafios a serem percorridos ao longo do caminho. Por isso, vamos listar os principais.

Conflitos de interesse

Há uma infinidade de conflitos de interesses que podem surgir. Por exemplo, um membro da empresa que tem outros interesses financeiros, entrando em conflito com os objetivos gerais da empresa.

O que, claro, pode gerar grandes dores de cabeça durante um processo de negociação e/ou tomada de decisão. Por isso, uma governança corporativa eficaz demanda de um conselho de administração responsável, que tenha controle sobre todos os procedimentos e práticas da empresa.

Sendo assim, a supervisão deve atender a um conceito amplo, concentrando seus esforços desde a equipe executiva até a consciência sobre operações diárias da empresa, entre outros tópicos.

Dessa forma, o conselho protege os interesses dos acionistas, atuando como uma forma de verificação e equilíbrio em relação à equipe executiva.

Mas, sem essa supervisão, a equipe corporativa pode praticar atos ilícitos, que violem as leis estaduais ou federais. O que resulta em multas dos órgãos reguladoras, além de manchar a imagem corporativa diante do público.

Portanto, a governança corporativa não é fácil e sem ela muitas organizações podem, inclusive, passar pelo processo de falência, especialmente dependendo do valor da multa e do grau do delito da empresa.

E, se sua organização passa por dificuldades financeiras, saiba que nós atuamos com recuperação de empresas em falência. Portanto, estamos ao seu dispor para elaborar as melhores práticas e soluções financeiras.

Curto prazo

Uma das grandes exigências da governança corporativa é que os conselhos tenham o direito de gerenciar a empresa em longo prazo para elaborar um valor sustentável.

Mas, esse é um desafio e tanto. Imagine o seguinte cenário: as regras gerais que regem um desempenho de uma empresa tendem, no geral, priorizar ações de curto prazo em benefício dos acionistas. Portanto, os responsáveis por esse setor enfrentam uma grande pressão para cumprir metas de lucro.

O segundo motivo é que os diretores, no geral, permanecem no conselho por um curto período. Embora tenha algumas vantagens nesse tipo de prática, o curto período pode prejudicar a supervisão de longo prazo e a experiência do processo.

Diversidade

No caso da governança corporativa, o senso comum é fundamental. Portanto, é preciso saber como combinar as habilidades e perspectivas adequadas das partes envolvidas. Mais do que isso: é preciso realizar os questionamentos certos.

Por exemplo, os trabalhadores devem ocupar um lugar no quadro? A participação dos trabalhadores em diversos processos, leva a empresa a ter menos desigualdade salarial, entre outros benefícios.

Sendo assim, podemos dizer que a governança corporativa é sempre um ato de equilíbrio e isso envolve tomar decisões difíceis.

Responsabilidade

De acordo com os moldes atuais da governança corporativa, o conselho se posiciona diante dos acionistas e da administração. De forma que a autoridade flui dos acionistas e a prestação de contas retorna para o outro lado.

Em outras palavras, os acionistas são as partes mais protegidas pela governança corporativa, portanto, eles dispõem de votos críticos – a menos que se faça outro acordo.

No entanto, é possível assumir essa liderança de forma diferente, desde que a empresa assuma e cumpra seus compromissos com as comunidades, clientes, fornecedores, credores, etc.

Se você deseja trilhar pelo caminho do sucesso financeiro, estamos aqui para auxiliá-lo. Entre em contato conosco e conheça nossos serviços.

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